19/03/2015
A Travessia Bioceânica EGNV, iniciada no dia 20 de janeiro e finalizada em 11 de fevereiro, cumpriu com êxito a proposta de avaliar e divulgar o potencial do gás natural veicular (GNV). O projeto, realizado pelo Instituto Surear para Promoção da Integração Latino-Americana e patrocinado pela Bahiagás, pôs os pesquisadores Fabrizzio Cedraz e Lina Aras em uma viagem da Bahia ao Chile, a bordo do novo Ford Ka Hatch (com 3 cilindros), realizando uma série de experimentos com o combustível durante o trajeto. Após o término da expedição, os tripulantes da Travessia apresentaram resultados surpreendentes sobre o uso do GNV em condições adversas.
Entre as conclusões obtidas a partir das experiências realizadas na viagem, chama a atenção o fator econômico. Ele superou as expectativas. 'O carro chegou a atingir medias superiores a 25 km com 1m³ de GNV. Ou seja, bem acima do esperado', destaca o pesquisador e secretário executivo do Instituto Surear, Fabrizzio Cedraz. Geralmente, a depender do veículo, a média fica entre 12 km e 15 km por m³.
O desempenho do veículo com o GNV nos cerca de 10.700 km percorridos foi outro ponto positivo detectado durante a Travessia. O carro manteve todas as condições de dirigibilidade mesmo diante de vários desafios, como, por exemplo, a alternância de altitude com pico de 4.800 m em relação ao nível do mar e a variação de temperatura entre 3ºC e 40ºC. Ainda nestas condições, o motor conseguiu manter a potência.
Oportunidades energéticas
Durante a Travessia, a expedição fez uma parada estratégica em Brasília. Na capital nacional, os membros do Instituto Surear se reuniram no Ministério das Relações Exteriores para apresentarem os benefícios do gás natural como combustível e o potencial econômico. A ideia é que este seja um primeiro passo para um possível acordo de cooperação técnica entre Brasil e Bolívia a partir do gás natural.
No percurso ainda foram mapeados todos os pontos importantes que necessitam de oferta de GNV. A proposta é transformar este trajeto em um corredor alternativo de abastecimento na América do Sul, a exemplo do Corredor Azul, na Europa.
Entre as conclusões obtidas a partir das experiências realizadas na viagem, chama a atenção o fator econômico. Ele superou as expectativas. 'O carro chegou a atingir medias superiores a 25 km com 1m³ de GNV. Ou seja, bem acima do esperado', destaca o pesquisador e secretário executivo do Instituto Surear, Fabrizzio Cedraz. Geralmente, a depender do veículo, a média fica entre 12 km e 15 km por m³.
O desempenho do veículo com o GNV nos cerca de 10.700 km percorridos foi outro ponto positivo detectado durante a Travessia. O carro manteve todas as condições de dirigibilidade mesmo diante de vários desafios, como, por exemplo, a alternância de altitude com pico de 4.800 m em relação ao nível do mar e a variação de temperatura entre 3ºC e 40ºC. Ainda nestas condições, o motor conseguiu manter a potência.
Oportunidades energéticas
Durante a Travessia, a expedição fez uma parada estratégica em Brasília. Na capital nacional, os membros do Instituto Surear se reuniram no Ministério das Relações Exteriores para apresentarem os benefícios do gás natural como combustível e o potencial econômico. A ideia é que este seja um primeiro passo para um possível acordo de cooperação técnica entre Brasil e Bolívia a partir do gás natural.
No percurso ainda foram mapeados todos os pontos importantes que necessitam de oferta de GNV. A proposta é transformar este trajeto em um corredor alternativo de abastecimento na América do Sul, a exemplo do Corredor Azul, na Europa.
Fonte
Ascom/Bahiagás