16/05/2007
O Salvador Shopping já entra em operação, na próxima terça-feira, utilizando gás natural em 32 das 34 lojas da praça de alimentação, e também no supermercado Bompreço. O contrato de fornecimento do insumo, firmado ontem entre representantes do megaempreendimento e da Bahiagás - Companhia de Gás da Bahia, prevê a distribuição de 625 metros cúbicos diários (18.750 por mês), que serão usados principalmente nas atividades de cocção de alimentos e de aquecimento. Segundo a Bahiagás, já foi feita a instalação completa dos equipamentos, entre tubulações e válvulas de segurança, num investimento de cerca de R$200 mil.
Com a parceria, a Bahiagás vai dobrar o número de clientes na área comercial, saltando de 28 para 61. O volume ainda é tímido, visto que nada menos que 91% da clientela da companhia são indústrias. Outros 8% são consumidores do gás natural veicular (GNV) e 1% corresponde a comércio e residências.
`Temos feito um grande esforço para a diversificação da utilização do gás natural e estarmos associados a um empreendimento dessa envergadura, como o Salvador Shopping, é extremamente positivo`, destacou o diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, citando grandes hospitais, restaurantes, bares e motéis com outros clientes comerciais da companhia no mercado baiano.
O Salvador Shopping é o segundo shopping baiano a utilizar gás natural. No Iguatemi, o insumo é utilizado na cogeração de energia elétrica (procedimento que substitui a energia através da queima do gás) para iluminação e refrigeração do centro de lazer e compras.
O superintendente do Salvador Shopping, Fernando Rocha, ressaltou que, desde o início da construção do equipamento, há 19 meses, os proprietários _ Grupo João Carlos Paes Mendonça, com 95%, e Grupo Noel Barbosa, com os 5% restantes _ tiveram sempre dois focos: a construção de um empreendimento ecologicamente correto e a redução dos custos para os lojistas.
`A Bahiagás foi uma alternativa que encontramos, com um sistema ultramoderno de aquecimento de gás e uma tecnologia avançada que permite aos lojistas um abastecimento sem interrupção, ao contrário do que acontece com o GLP (gás liqüefeito de petróleo ou gás de cozinha), sem contar com a redução de até 50% dos custos`, salientou. Os contratos com os lojistas são individuais, permitindo medições separadas e a preços mais competitivos em relação à concorrência. Das 34 lojas do ramo de alimentação do shopping, 27 serão fast-food e sete, restaurantes.
Fonte: Jornal Correio da Bahia Repórter: Adriana Patrocínio 16/05/07
Com a parceria, a Bahiagás vai dobrar o número de clientes na área comercial, saltando de 28 para 61. O volume ainda é tímido, visto que nada menos que 91% da clientela da companhia são indústrias. Outros 8% são consumidores do gás natural veicular (GNV) e 1% corresponde a comércio e residências.
`Temos feito um grande esforço para a diversificação da utilização do gás natural e estarmos associados a um empreendimento dessa envergadura, como o Salvador Shopping, é extremamente positivo`, destacou o diretor-presidente da Bahiagás, Davidson Magalhães, citando grandes hospitais, restaurantes, bares e motéis com outros clientes comerciais da companhia no mercado baiano.
O Salvador Shopping é o segundo shopping baiano a utilizar gás natural. No Iguatemi, o insumo é utilizado na cogeração de energia elétrica (procedimento que substitui a energia através da queima do gás) para iluminação e refrigeração do centro de lazer e compras.
O superintendente do Salvador Shopping, Fernando Rocha, ressaltou que, desde o início da construção do equipamento, há 19 meses, os proprietários _ Grupo João Carlos Paes Mendonça, com 95%, e Grupo Noel Barbosa, com os 5% restantes _ tiveram sempre dois focos: a construção de um empreendimento ecologicamente correto e a redução dos custos para os lojistas.
`A Bahiagás foi uma alternativa que encontramos, com um sistema ultramoderno de aquecimento de gás e uma tecnologia avançada que permite aos lojistas um abastecimento sem interrupção, ao contrário do que acontece com o GLP (gás liqüefeito de petróleo ou gás de cozinha), sem contar com a redução de até 50% dos custos`, salientou. Os contratos com os lojistas são individuais, permitindo medições separadas e a preços mais competitivos em relação à concorrência. Das 34 lojas do ramo de alimentação do shopping, 27 serão fast-food e sete, restaurantes.
Fonte: Jornal Correio da Bahia Repórter: Adriana Patrocínio 16/05/07