17/07/2007
Projetada para abrigar 250 presos do regime semi-aberto, foi inaugurada ontem, pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH), a Colônia Penal de Simões Filho, 21ª unidade prisional da Bahia, que deverá ajudar a reduzir a superlotação carcerária do estado, estimada hoje em 1.570 presos.
Trata-se de uma unidade moderna, dotada de cozinha, lavanderia, oficina de trabalho, sala de aula, 58 celas, espaços específicos para atendimento médico e odontológico, sistema eletrônico para fechamento de portas, além de salas para encontros com advogados, psicólogos e quatro celas para visitas íntimas.
`É hora de mostrar que o Estado sabe ser competente, não apenas para reduzir a população carcerária, criando celas e construindo presídios, mas para oferecer atendimento na área de saúde e ressocialização, para que o preso, ao terminar sua pena, possa ser reinserido na sociedade`, disse a secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Marilia Muricy.
Semi-aberto - O novo presídio destina-se exclusivamente a presos do regime semi-aberto, isto é, condenados a cumprir uma pena inferior a oito anos ou beneficiados com progressão de regime, desde que já tenham cumprido um sexto da pena. Para sair da penitenciária, durante o dia, além de mostrar bom comportamento, eles têm de comprovar que estudam ou trabalham.
`A partir de hoje, começam as transferências, com a vinda de 66 internos da Colônia Lafayete Coutinho, de Salvador. E em 15 dias concluiremos a seleção para o preenchimento de todas as 250 vagas`, afirmou o titular da Superintendência de Assuntos Penais (SAP), Francisco Leite.
A colônia fica entre os municípios de Simões Filho e Camaçari e a menos de 400 metros de alguns dutos de produtos químicos do Pólo Petroquímico. Para garantir a segurança dos presos em caso de acidente, o Ministério Público fez um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a SJCDH, o Centro de Recursos Ambientais, a Fundação José Silveira e o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic).
`Após observar os testes com os sistemas de segurança, ficamos convencidos de que os presos não sofreriam, caso houvesse necessidade de evacuação total da área num eventual rompimento de dutos`, destacou o procurador-chefe do Ministério Público Estadual, Lidivaldo Brito.
Fonte: Diário Oficial
17/07/07
Trata-se de uma unidade moderna, dotada de cozinha, lavanderia, oficina de trabalho, sala de aula, 58 celas, espaços específicos para atendimento médico e odontológico, sistema eletrônico para fechamento de portas, além de salas para encontros com advogados, psicólogos e quatro celas para visitas íntimas.
`É hora de mostrar que o Estado sabe ser competente, não apenas para reduzir a população carcerária, criando celas e construindo presídios, mas para oferecer atendimento na área de saúde e ressocialização, para que o preso, ao terminar sua pena, possa ser reinserido na sociedade`, disse a secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Marilia Muricy.
Semi-aberto - O novo presídio destina-se exclusivamente a presos do regime semi-aberto, isto é, condenados a cumprir uma pena inferior a oito anos ou beneficiados com progressão de regime, desde que já tenham cumprido um sexto da pena. Para sair da penitenciária, durante o dia, além de mostrar bom comportamento, eles têm de comprovar que estudam ou trabalham.
`A partir de hoje, começam as transferências, com a vinda de 66 internos da Colônia Lafayete Coutinho, de Salvador. E em 15 dias concluiremos a seleção para o preenchimento de todas as 250 vagas`, afirmou o titular da Superintendência de Assuntos Penais (SAP), Francisco Leite.
A colônia fica entre os municípios de Simões Filho e Camaçari e a menos de 400 metros de alguns dutos de produtos químicos do Pólo Petroquímico. Para garantir a segurança dos presos em caso de acidente, o Ministério Público fez um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a SJCDH, o Centro de Recursos Ambientais, a Fundação José Silveira e o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic).
`Após observar os testes com os sistemas de segurança, ficamos convencidos de que os presos não sofreriam, caso houvesse necessidade de evacuação total da área num eventual rompimento de dutos`, destacou o procurador-chefe do Ministério Público Estadual, Lidivaldo Brito.
Fonte: Diário Oficial
17/07/07