17/07/2007
Cinqüenta e oito celas, além de quatro destinadas à visitas íntimas, capacidade para 250 pessoas e toda a estrutura carcerária, dispondo de cozinha, lavanderia, oficina de trabalho, sala de aula e sistema eletrônico para fechamento de portas. A Colônia Penal de Simões Filho foi inaugurada, ontem, pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SJCDH). Até então, a Bahia tinha apenas uma colônia penal de regime semi-aberto que é a Lafayete Coutinho, em Castelo Branco, onde há vagas para 260 detentos.
O regime semi-aberto é um benefício concedido ao preso que tem bom comportamento e aqueles que estudam ou trabalham. Concedida a condição, o interno tem o direito de sair do cárcere para trabalhar e visitar a família. O juiz Moacyr Pitta Lima Filho considera de extrema importância a fundação de mais uma penitenciária para presos em regime semi-aberto. `A tendência é que os presos do regime fechado migrem para essa condição. Há uma demanda grande`, enfatizou, acrescentando que existem duas mil vagas destinadas ao regime fechado.
Com a inauguração do novo complexo aumenta para 510 o número de vagas no regime semi-aberto. A secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Marília Muricy, afirmou que a nova instituição receberá pessoas que já estão prestes a se libertar da condição carcerária. `Ambas funcionam do mesmo jeito, mas a Lafayete Coutinho é um prédio velho, em condições precárias e necessitando de reforma urgente`, observou a secretária. Muricy assinala que não é possível resolver o problema de superpopulação carcerária apenas construindo novas penitenciárias.
Mutirões - Segundo ela, é necessário a realização de vários mutirões judiciários e de assistência jurídica permanente. No último multirão realizado no complexo, em Castelo Branco, 207 presos que já tinham cumprido a pena foram liberados. `É preciso uma parceria para agilizar o sistema. Não é justo ser mantido numa unidade se já cumpriu sua sentença`, reforça a secretária.
O superintendente para assuntos penais da SJCDH, coronel Francisco Leite, ressaltou que a inauguração de mais uma colônia penal na Bahia abre espaço para aqueles que foram condenados à pena em regime semi-aberto ou para os presos que têm direito a progressão do regime. `Até então tínhamos apenas a Colônia Penal Lafayete Coutinho, em Salvador, para dar conta de todas essas pessoas`, afirmou o coronel.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Camila Vieira 17/07/07
O regime semi-aberto é um benefício concedido ao preso que tem bom comportamento e aqueles que estudam ou trabalham. Concedida a condição, o interno tem o direito de sair do cárcere para trabalhar e visitar a família. O juiz Moacyr Pitta Lima Filho considera de extrema importância a fundação de mais uma penitenciária para presos em regime semi-aberto. `A tendência é que os presos do regime fechado migrem para essa condição. Há uma demanda grande`, enfatizou, acrescentando que existem duas mil vagas destinadas ao regime fechado.
Com a inauguração do novo complexo aumenta para 510 o número de vagas no regime semi-aberto. A secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos, Marília Muricy, afirmou que a nova instituição receberá pessoas que já estão prestes a se libertar da condição carcerária. `Ambas funcionam do mesmo jeito, mas a Lafayete Coutinho é um prédio velho, em condições precárias e necessitando de reforma urgente`, observou a secretária. Muricy assinala que não é possível resolver o problema de superpopulação carcerária apenas construindo novas penitenciárias.
Mutirões - Segundo ela, é necessário a realização de vários mutirões judiciários e de assistência jurídica permanente. No último multirão realizado no complexo, em Castelo Branco, 207 presos que já tinham cumprido a pena foram liberados. `É preciso uma parceria para agilizar o sistema. Não é justo ser mantido numa unidade se já cumpriu sua sentença`, reforça a secretária.
O superintendente para assuntos penais da SJCDH, coronel Francisco Leite, ressaltou que a inauguração de mais uma colônia penal na Bahia abre espaço para aqueles que foram condenados à pena em regime semi-aberto ou para os presos que têm direito a progressão do regime. `Até então tínhamos apenas a Colônia Penal Lafayete Coutinho, em Salvador, para dar conta de todas essas pessoas`, afirmou o coronel.
Fonte: Jornal Correio da Bahia
Repórter: Camila Vieira 17/07/07