08/08/2007
Traçar estratégias para revitalizar a cultura do algodão na região sudoeste da Bahia, que na década de 80 chegou a ter 330 mil hectares de área plantada. Este foi o principal ponto discutido no primeiro dia do seminário Desafio da Cadeia Produtiva do Algodão, que acontece no município de Guanambi, a 796 quilômetros de Salvador.
O encontro, que vai até amanhã (9), reúne cerca de 400 agricultores familiares de 11 municípios da região. Eles participam de debates e palestras sobre beneficiamento, comercialização, defesa fitossanitária e crédito.
Segundo o secretário da Agricultura, Geraldo Simões, que participou da abertura oficial do seminário na manhã de hoje (8), as parcerias firmadas entre os governos federal, estadual e municipal, instituições financeiras e pequenos produtores vão garantir o sucesso das ações identificadas durante o seminário para a revitalização da cultura.
`Estamos aqui para discutir a melhor forma de recuperar a cultura do algodão na região. Vamos trazer o que há de mais moderno, o que está sendo usado na cultura no oeste da Bahia`, disse Simões.
Ele fez uma breve comparação com a situação do sul do estado, que vive a crise da lavoura cacaueira e tem como uma das suas vertentes para a revitalização a diversificação das culturas, aproveitando a já existente.
`Vamos trazer novas tecnologias para o manejo, o cultivo e a defesa sanitária, a fim de revitalizar a cotonicultura. Mas não vamos esquecer a diversificação, trabalhando com oleaginosas para a produção do biodiesel. É muito importante melhorar o cultivo da cana-de-açúcar, da mandioca, do feijão, dentre outros cultivos da região, para que não se viva da monocultura`, destacou o secretário.
Programação
Amanhã estarão presentes ao seminário líderes comunitários e representantes da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Codevasf, Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Embrapa, Banco do Nordeste e Banco do Brasil para finalizar o documento que será encaminhado ao Governo do Estado, via Secretaria da Agricultura (Seagri), com sugestões para a revitalização da cultura do algodão.
Segundo o superintendente de Agropecuária da Seagri, Wilton Cunha, o seminário serve como base para articular esforços que estavam dispersos. `Vamos trabalhar em conjunto. A Seagri, através da EBDA, vai poder realizar pesquisas e preparar novas tecnologias. Já a Adab poderá fazer a vigilância e o acompanhamento da principal praga do algodão, o bicudo`, disse.
Confiança
Para José Cardoso de Sá, pequeno produtor da cidade de Urandi, estar participando do encontro é muito importante, porque ele analisa a melhor forma para a retomada do cultivo do algodão em sua propriedade.
`Estamos confiantes e acreditamos que sairemos com soluções boas para todos. Vamos poder plantar o algodão sem medo`, afirmou José Cardoso. Da mesma forma pensa Nelson Alves, agricultor da cidade de Iuiú. `Hoje, estamos aqui para ouvir e falar. Um novo caminho se abre para o algodão na nossa região`, ressaltou.
A Bahia é o segundo maior estado produtor de algodão do país, com uma área plantada de 302 mil hectares, sendo a região oeste responsável por 90% da produção. Desde o início da década de 90, a cultura do algodão da região sudoeste, que já foi a principal produtora na Bahia, vive em crise.
Fonte: Agecom
O encontro, que vai até amanhã (9), reúne cerca de 400 agricultores familiares de 11 municípios da região. Eles participam de debates e palestras sobre beneficiamento, comercialização, defesa fitossanitária e crédito.
Segundo o secretário da Agricultura, Geraldo Simões, que participou da abertura oficial do seminário na manhã de hoje (8), as parcerias firmadas entre os governos federal, estadual e municipal, instituições financeiras e pequenos produtores vão garantir o sucesso das ações identificadas durante o seminário para a revitalização da cultura.
`Estamos aqui para discutir a melhor forma de recuperar a cultura do algodão na região. Vamos trazer o que há de mais moderno, o que está sendo usado na cultura no oeste da Bahia`, disse Simões.
Ele fez uma breve comparação com a situação do sul do estado, que vive a crise da lavoura cacaueira e tem como uma das suas vertentes para a revitalização a diversificação das culturas, aproveitando a já existente.
`Vamos trazer novas tecnologias para o manejo, o cultivo e a defesa sanitária, a fim de revitalizar a cotonicultura. Mas não vamos esquecer a diversificação, trabalhando com oleaginosas para a produção do biodiesel. É muito importante melhorar o cultivo da cana-de-açúcar, da mandioca, do feijão, dentre outros cultivos da região, para que não se viva da monocultura`, destacou o secretário.
Programação
Amanhã estarão presentes ao seminário líderes comunitários e representantes da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA), Codevasf, Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Embrapa, Banco do Nordeste e Banco do Brasil para finalizar o documento que será encaminhado ao Governo do Estado, via Secretaria da Agricultura (Seagri), com sugestões para a revitalização da cultura do algodão.
Segundo o superintendente de Agropecuária da Seagri, Wilton Cunha, o seminário serve como base para articular esforços que estavam dispersos. `Vamos trabalhar em conjunto. A Seagri, através da EBDA, vai poder realizar pesquisas e preparar novas tecnologias. Já a Adab poderá fazer a vigilância e o acompanhamento da principal praga do algodão, o bicudo`, disse.
Confiança
Para José Cardoso de Sá, pequeno produtor da cidade de Urandi, estar participando do encontro é muito importante, porque ele analisa a melhor forma para a retomada do cultivo do algodão em sua propriedade.
`Estamos confiantes e acreditamos que sairemos com soluções boas para todos. Vamos poder plantar o algodão sem medo`, afirmou José Cardoso. Da mesma forma pensa Nelson Alves, agricultor da cidade de Iuiú. `Hoje, estamos aqui para ouvir e falar. Um novo caminho se abre para o algodão na nossa região`, ressaltou.
A Bahia é o segundo maior estado produtor de algodão do país, com uma área plantada de 302 mil hectares, sendo a região oeste responsável por 90% da produção. Desde o início da década de 90, a cultura do algodão da região sudoeste, que já foi a principal produtora na Bahia, vive em crise.
Fonte: Agecom