29/11/2007
A execução do Plano Plurianual (PPA 2008/2011) poderá ser acompanhada pelos baianos via internet. O sistema permitirá, inclusive, a interatividade e está sendo estruturado para entrar no ar no próximo ano. A ferramenta é um dos mecanismos a serem utilizados pelos representantes dos 26 territórios de identidade, que estão participando do 1º Seminário do Fórum de Acompanhamento do PPA, desde a manhã de hoje (27), no Hotel Holiday Inn Salvador. As discussões prosseguem até sexta-feira (30).
Organizado pelas secretarias do Planejamento (Seplan) e das Relações Institucionais (Serin), o evento visa à apresentação e reflexão sobre o processo do planejamento do governo do Estado da Bahia. Objetiva também a definição das regras de funcionamento do Fórum de Acompanhamento, instância composta por 52 representantes dos territórios de identidade, escolhidos nas plenárias do PPA Participativo.
`A participação popular não é a única novidade do planejamento na Bahia, hoje`, afirmou o secretário do Planejamento, Ronald Lobato, segundo o qual, atualmente, o planejamento do estado tem começo, meio e fim.
`Sabemos o que queremos, como devemos agir e de que forma os projetos devem ser executados para atingirmos os objetivos propostos`, afirmou.
A utilização dessa metodologia, de acordo com Lobato, confere ao PPA 2008/2011 o mérito da reunião do conhecimento técnico com a visão empírica, baseada na prática, na experiência das pessoas, o que permitiu a construção de um quadro mais próximo da realidade.
Sobre o planejamento territorial, o diretor da Seplan, Benito Juncal, explicou que a Bahia foi o primeiro estado brasileiro a absorver integralmente os territórios como unidades de planejamento, apesar do Rio Grande do Sul, por exemplo, ter levado 20 anos estruturando os seus territórios. De acordo com o técnico, o processo de reconhecimento na Bahia está se dando da maneira mais adequada por causa da valorização do aspecto cultural, por excelência, com ênfase para a identidade de cada território, potencial que o difere de todos os outros. `Antes, o reconhecimento se dava a partir de fatores geográficos, sociais e econômicos, desprezando-se o aspecto cultural`, afirmou.
Segundo Juncal, o reconhecimento dos territórios de identidade como referência do planejamento das políticas públicas na Bahia ocorreu no dia 15 de fevereiro, durante pronunciamento do governador Jaques Wagner, na Assembléia Legislativa. `A intenção do governo do estado é promover o desenvolvimento homogêneo e integral dos territórios. Para isso, se faz necessário a conjunção do fórum de acompanhamento com as coordenações territoriais, na definição de prioridades, ações e projetos, como o incremento do empreendimento solidário, que na Bahia chega a cerca de 2 mil`, ponderou.
O diretor destacou a relevância de se reconhecer a importância da agricultura familiar, segmento que totaliza 650 mil famílias de produtores na Bahia e interfere na vida de mais da metade da população, respondendo pela movimentação da economia urbana de diversos municípios.
Os outros temas que serão abordados no seminário são o novo modelo de gestão do planejamento estadual, a construção do PPA 2008-2011 e a Lei Orçamentária Anual (Loa), o monitoramento, avaliação e retroalimentação do PPA 2008-2011, além da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Loa.
Criado por meio do decreto nº 10.571 de 14 de novembro de 2007, o fórum é composto por dois representantes de cada um dos 26 territórios de identidade, indicados nas audiências públicas de elaboração do PPA 2008-2011. Um total de 52 membros, somados aos secretários do Planejamento e de Relações Institucionais, Rui Costa, irão compor o Conselho de Acompanhamento do PPA.
É de responsabilidade do fórum organizar reuniões em cada território de identidade para fins de acompanhamento das ações do PPA e reproduzir, junto aos territórios, as diretrizes eleitas nas plenárias. Os representantes terão mandato de três anos, a partir da sua indicação, e serão designados por meio de portaria conjunta dos secretários do Planejamento e de Relações Institucionais.
Fonte: Agecom
28/11/2007
Organizado pelas secretarias do Planejamento (Seplan) e das Relações Institucionais (Serin), o evento visa à apresentação e reflexão sobre o processo do planejamento do governo do Estado da Bahia. Objetiva também a definição das regras de funcionamento do Fórum de Acompanhamento, instância composta por 52 representantes dos territórios de identidade, escolhidos nas plenárias do PPA Participativo.
`A participação popular não é a única novidade do planejamento na Bahia, hoje`, afirmou o secretário do Planejamento, Ronald Lobato, segundo o qual, atualmente, o planejamento do estado tem começo, meio e fim.
`Sabemos o que queremos, como devemos agir e de que forma os projetos devem ser executados para atingirmos os objetivos propostos`, afirmou.
A utilização dessa metodologia, de acordo com Lobato, confere ao PPA 2008/2011 o mérito da reunião do conhecimento técnico com a visão empírica, baseada na prática, na experiência das pessoas, o que permitiu a construção de um quadro mais próximo da realidade.
Sobre o planejamento territorial, o diretor da Seplan, Benito Juncal, explicou que a Bahia foi o primeiro estado brasileiro a absorver integralmente os territórios como unidades de planejamento, apesar do Rio Grande do Sul, por exemplo, ter levado 20 anos estruturando os seus territórios. De acordo com o técnico, o processo de reconhecimento na Bahia está se dando da maneira mais adequada por causa da valorização do aspecto cultural, por excelência, com ênfase para a identidade de cada território, potencial que o difere de todos os outros. `Antes, o reconhecimento se dava a partir de fatores geográficos, sociais e econômicos, desprezando-se o aspecto cultural`, afirmou.
Segundo Juncal, o reconhecimento dos territórios de identidade como referência do planejamento das políticas públicas na Bahia ocorreu no dia 15 de fevereiro, durante pronunciamento do governador Jaques Wagner, na Assembléia Legislativa. `A intenção do governo do estado é promover o desenvolvimento homogêneo e integral dos territórios. Para isso, se faz necessário a conjunção do fórum de acompanhamento com as coordenações territoriais, na definição de prioridades, ações e projetos, como o incremento do empreendimento solidário, que na Bahia chega a cerca de 2 mil`, ponderou.
O diretor destacou a relevância de se reconhecer a importância da agricultura familiar, segmento que totaliza 650 mil famílias de produtores na Bahia e interfere na vida de mais da metade da população, respondendo pela movimentação da economia urbana de diversos municípios.
Os outros temas que serão abordados no seminário são o novo modelo de gestão do planejamento estadual, a construção do PPA 2008-2011 e a Lei Orçamentária Anual (Loa), o monitoramento, avaliação e retroalimentação do PPA 2008-2011, além da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Loa.
Criado por meio do decreto nº 10.571 de 14 de novembro de 2007, o fórum é composto por dois representantes de cada um dos 26 territórios de identidade, indicados nas audiências públicas de elaboração do PPA 2008-2011. Um total de 52 membros, somados aos secretários do Planejamento e de Relações Institucionais, Rui Costa, irão compor o Conselho de Acompanhamento do PPA.
É de responsabilidade do fórum organizar reuniões em cada território de identidade para fins de acompanhamento das ações do PPA e reproduzir, junto aos territórios, as diretrizes eleitas nas plenárias. Os representantes terão mandato de três anos, a partir da sua indicação, e serão designados por meio de portaria conjunta dos secretários do Planejamento e de Relações Institucionais.
Fonte: Agecom
28/11/2007