Segundo simulação da Coelba, quem consumia exatos 80 kW/h por mês e pagava R$ 19,18, por pertencer a uma família de baixa renda, terá a conta elevada para R$ 40,11, com a retirada do desconto.
José Eduardo Tanure, superintendente comercial da Coelba, informou que, até agora, considerando todas as faixas de consumo, foram recadastrados apenas 14 mil consumidores de baixa renda. `Quando a conta começar a aumentar, vamos receber muitas reclamações. Tem gente que pode ter a conta triplicada`, alerta Tanure. O superintendente alega que a Coelba fez campanhas, está divulgando as mudança na própria conta, mas a demanda ainda não é satisfatória.
Tanure reitera que para ter o benefício basta a família do usuário ter a renda exigida e apresentar o Número de Identificação Social (NIS), que pode ser requerido na prefeitura. O cliente pode se recadastrar até por telefone. Se a família tiver alguém com doença que precise do uso continuado de equipamentos elétricos, ela também pode estar inscrita no Cadastro Único da Prefeitura. Neste caso, para participar da Tarifa Social, deve ter renda familiar mensal de até três salários mínimos.
Fonte: Luciana Rebouças|Redação CORREIO.
Em 5/01/2011.