16/12/2014
O fortalecimento da cadeia produtiva da fonte energética gerada a partir do vento é destaque nestes últimos 8 anos. Com 149 projetos de parques previstos e, em operação, a Bahia confirma o grande potencial no setor de geração de energia eólica graças à capacidade de gerar 3,2 gigawatts, que representam investimentos de R$ 12,3 bilhões.Além de colaborar com a preservação do meio ambiente, a utilização de fontes energéticas limpas, como a eólica, tem gerado emprego e renda para a população baiana. Até meados de 2007, a Bahia não possuía projetos de aproveitamento da energia gerada pela força dos ventos. Sete anos depois, o Estado deu um grande salto e hoje é destaque nacional, chegando a 2014 com 149 projetos de usinas eólicas.
Até o final do ano cerca de 500 pessoas serão beneficiadas com o programa de formação de mão de obra em energia eólica, garantindo uma vaga no mercado de trabalho, em uma das áreas que mais crescem. Através de investimentos de R$12,3 bilhões, a Bahia alcançou o segundo lugar no ranking de investimento eólicos no país, caminhando a passos largos, para superar o primeiro colocado, o Estado do Rio Grande do Norte.
Na área de pesquisa e suporte à cadeia produtiva, o governo estadual realizou, em 2013, a atualização do Atlas Eólico do Estado da Bahia, utilizando novas tecnologias para indicar as melhores áreas de potencial eólico no território baiano e as principais características do vento a até 150 metros de altura.
O estudo identificou sete áreas com grande potencial eólico - Serra do Sobradinho, Serra Azul, Morro do Chapéu, Serra da Jacobina, Serra do Estreito, Caetité e Novo Horizonte, este último o ponto mais alto da Bahia
Meta
A Bahia já dispõe de 10 gigawatts licenciados para os próximos anos, a meta é gerar 25% de toda energia eólica produzida no país até 2020. Com o anúncio da fábrica de torres metálicas da Alstom, na região de Jacobina, que receberá investimentos de R$ 86 milhões, chega a sete o número de produtores de equipamentos instalados no estado.
Ranking
Através de investimentos de R$12,3 bilhões, a Bahia alcançou o segundo lugar no ranking de investimento eólicos no país, caminhando a passos largos para superar o primeiro colocado, o Estado do Rio Grande do Norte. Além de colaborar com a preservação do meio ambiente, a utilização de fontes energéticas limpas, eólica e solar, tem gerado emprego e renda para a população baiana.
Fonte: Seinfra/Ascom
Data: 16/12/2014