28/05/2007
O Progex (Programa de Apoio Tecnológico à Exportação) é gerenciado pela Finep em parceira com o Senai-Cimatec para melhoria do desempenho exportador de pequenas empresas. Além do Cimatec, na Bahia, outros 10 institutos de pesquisa tecnológica no Brasil atuam no suporte às empresas.
`Faz-se uma diagnóstico tecnológico para saber qual a real capacidade de exportação do produto e, assim, poder ser realizada a adequação ao mercado. Por exemplo, uma fábrica de biquínis que quer exportar para a Europa precisa adequar sua produção a padrões europeus`, explica Luiz Brêda.
O problema do Progex, admite Brêda, é a limitação de recursos. A Finep, que é responsável pelo monitoramento dos trabalhos, participa com R$ 15 mil por projeto, e a empresa, com R$ 4.250.
No primeiro contrato do Progex, 80 pessoas foram atendidas. O segundo contemplou 150 empresários.
Não há metas estabelecidas além do uso do total dos recursos disponíveis. Participam empresas das áreas de alimentos, calçados, couro, informática, móveis, plásticos, vestuário e eletroeletrônicos.
`Uma das empresas que apresentaram bom resultado fez uma coleção de biquínis para exportação para Europa e América e conseguiu aumentar o número de itens exportados de 15 mil para 70 mil. O suporte técnico diz quais são as ações para conquistar novos mercados`, fala Brêda.
PROGRAMAS - A Finep tem outros financiamentos que envolvem a cooperação entre micro e pequenas empresas e institutos tecnológicos.
Um deles é o Assistec - assistência e consultoria tecnológica a micro e pequenas empresas para solução de problemas tecnológicos variados.
O Prumo é o Programa Unidades Móveis, de apoio à assistência por meio de unidades móveis dotadas de equipamentos laboratoriais. A RBT, Rede Brasil de Tecnologia, apóia projetos para a substituição competitiva de importações em setores selecionados; atualmente, nas áreas de petróleo, gás e energia.
O apoio financeiro não-reembolsável é feito por meio do Pappe (Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas) para projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos, elaboração de planos de negócios e estudo de mercado, prioritariamente em empresas de base tecnológica.
Outros são o Inovar, Fórum Brasil Capital de Risco, e o PNI (Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos).
Fonte: Jornal A Tarde
27/05/07
`Faz-se uma diagnóstico tecnológico para saber qual a real capacidade de exportação do produto e, assim, poder ser realizada a adequação ao mercado. Por exemplo, uma fábrica de biquínis que quer exportar para a Europa precisa adequar sua produção a padrões europeus`, explica Luiz Brêda.
O problema do Progex, admite Brêda, é a limitação de recursos. A Finep, que é responsável pelo monitoramento dos trabalhos, participa com R$ 15 mil por projeto, e a empresa, com R$ 4.250.
No primeiro contrato do Progex, 80 pessoas foram atendidas. O segundo contemplou 150 empresários.
Não há metas estabelecidas além do uso do total dos recursos disponíveis. Participam empresas das áreas de alimentos, calçados, couro, informática, móveis, plásticos, vestuário e eletroeletrônicos.
`Uma das empresas que apresentaram bom resultado fez uma coleção de biquínis para exportação para Europa e América e conseguiu aumentar o número de itens exportados de 15 mil para 70 mil. O suporte técnico diz quais são as ações para conquistar novos mercados`, fala Brêda.
PROGRAMAS - A Finep tem outros financiamentos que envolvem a cooperação entre micro e pequenas empresas e institutos tecnológicos.
Um deles é o Assistec - assistência e consultoria tecnológica a micro e pequenas empresas para solução de problemas tecnológicos variados.
O Prumo é o Programa Unidades Móveis, de apoio à assistência por meio de unidades móveis dotadas de equipamentos laboratoriais. A RBT, Rede Brasil de Tecnologia, apóia projetos para a substituição competitiva de importações em setores selecionados; atualmente, nas áreas de petróleo, gás e energia.
O apoio financeiro não-reembolsável é feito por meio do Pappe (Programa de Apoio à Pesquisa em Empresas) para projetos de pesquisa e desenvolvimento de produtos e processos, elaboração de planos de negócios e estudo de mercado, prioritariamente em empresas de base tecnológica.
Outros são o Inovar, Fórum Brasil Capital de Risco, e o PNI (Programa Nacional de Incubadoras e Parques Tecnológicos).
Fonte: Jornal A Tarde
27/05/07