14/08/2007
Como forma de amenizar o problema, o governo federal aprovou recentemente o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), composto por 72 ações de segurança pública e políticas sociais para o enfrentamento da criminalidade, por meio de ações de prevenção, controle e repressão da violência, a exemplo de distribuição de mais ou menos 650 mil bolsas com valores que variam entre R$ 100 a R$ 300 para policiais, reservistas, jovens em conflito e até mães que exerçam liderança em áreas consideradas de risco.
O Pronasci inicialmente será implantado nas 11 regiões metropolitanas do país com maiores índices de criminalidade, e Salvador não ficará de fora. Por tabela, encontra-se ainda na lista o município de Camaçari. O investimento será da ordem de R$ 4,8 bilhões. Contudo, isso não é visto como saída para a redução dos números.
Para Espinheira, o programa, por ser baseado em medidas tradicionais, não será capaz de solucionar o problema. `Mas, pode ser considerado um avanço, se levada em consideração a interação do banco de dados entre os Estados`, destacando, que muito ainda precisa ser feito.
Na opinião do diretor do Sindpoc, `sem dúvida`, o programa não irá diminuir a violência. `O assistencialismo pretendido pelo governo não nos permitirá sequer ter liberdade de escolha no campo educacional. Uma atenção maior, ao menos sobre a questão salarial dos policiais, seria uma alternativa muito mais plausível para tamanho investimento`, disse, complementando que continuarão sem poder de ascensão pessoal e profissional.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Fernanda Chagas
14/08/07
O Pronasci inicialmente será implantado nas 11 regiões metropolitanas do país com maiores índices de criminalidade, e Salvador não ficará de fora. Por tabela, encontra-se ainda na lista o município de Camaçari. O investimento será da ordem de R$ 4,8 bilhões. Contudo, isso não é visto como saída para a redução dos números.
Para Espinheira, o programa, por ser baseado em medidas tradicionais, não será capaz de solucionar o problema. `Mas, pode ser considerado um avanço, se levada em consideração a interação do banco de dados entre os Estados`, destacando, que muito ainda precisa ser feito.
Na opinião do diretor do Sindpoc, `sem dúvida`, o programa não irá diminuir a violência. `O assistencialismo pretendido pelo governo não nos permitirá sequer ter liberdade de escolha no campo educacional. Uma atenção maior, ao menos sobre a questão salarial dos policiais, seria uma alternativa muito mais plausível para tamanho investimento`, disse, complementando que continuarão sem poder de ascensão pessoal e profissional.
Fonte: Jornal Tribuna da Bahia
Repórter: Fernanda Chagas
14/08/07