07/03/2008
Desenvolver um sistema integrado de informações espaciais, cartográficas e estatísticas até 2013 é a proposta da Comissão Estadual de Cartografia (Cecar) para aperfeiçoar o planejamento regional da Bahia. Com base neste projeto, representantes da comissão apresentaram, nesta sexta-feira (7), para os secretários Ronald Lobato (Planejamento) e Afonso Florence (Desenvolvimento Urbano), a proposta de contratação de uma consultoria para elaborar o plano de infra-estrutura e implantar um banco de dados geoespaciais.
Coordenada pelo diretor geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Geraldo Reis, a comissão aponta que os benefícios do projeto serão diversos. Além de criar condições de serviços para pesquisa, acesso, partilha e transação de dados e informações, o plano garante a interoperabilidade entre as bases de dados existentes em diferentes escalas e maximiza os recursos financeiros.
Para o secretário Ronald Lobato, o aporte de recursos em tecnologia, capacitação de pessoas e manutenção dos dados é um investimento que consolida o compromisso de modernizar a gestão pública. `Entendemos que planejar, gerir e executar obras no estado carece de uma base cartográfica para superar desvios da gestão anterior. Ao ampliar a escala de 1:100 mil para 1:50 mil e 1:25 mil conseguimos aperfeiçoar o planejamento regional`, afirma.
Já o secretário Afonso Florence, considera que o ponto forte do plano de infra-estrutura é a articulação com as outras instituições do Estado. `Ao levantar as demandas de secretarias e empresas públicas evitamos o desperdício de capital humano e financeiro, pois não há retrabalho`, comenta.
De acordo com a coordenadora de Modernização da Seplan, Rejane Coutinho, que também é integrante da comissão, uma das vantagens técnicas do projeto é acompanhar o padrão internacional OpenGis e a proposta de Infra-estrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) do Governo Federal, o que possibilita a integração de bases de dados.
Fonte: Agecom 07/03/08
Coordenada pelo diretor geral da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Geraldo Reis, a comissão aponta que os benefícios do projeto serão diversos. Além de criar condições de serviços para pesquisa, acesso, partilha e transação de dados e informações, o plano garante a interoperabilidade entre as bases de dados existentes em diferentes escalas e maximiza os recursos financeiros.
Para o secretário Ronald Lobato, o aporte de recursos em tecnologia, capacitação de pessoas e manutenção dos dados é um investimento que consolida o compromisso de modernizar a gestão pública. `Entendemos que planejar, gerir e executar obras no estado carece de uma base cartográfica para superar desvios da gestão anterior. Ao ampliar a escala de 1:100 mil para 1:50 mil e 1:25 mil conseguimos aperfeiçoar o planejamento regional`, afirma.
Já o secretário Afonso Florence, considera que o ponto forte do plano de infra-estrutura é a articulação com as outras instituições do Estado. `Ao levantar as demandas de secretarias e empresas públicas evitamos o desperdício de capital humano e financeiro, pois não há retrabalho`, comenta.
De acordo com a coordenadora de Modernização da Seplan, Rejane Coutinho, que também é integrante da comissão, uma das vantagens técnicas do projeto é acompanhar o padrão internacional OpenGis e a proposta de Infra-estrutura Nacional de Dados Espaciais (Inde) do Governo Federal, o que possibilita a integração de bases de dados.
Fonte: Agecom 07/03/08