22/08/2007
BRASÍLIA - O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, disse hoje que a expectativa do governo é que a economia crie, em todo este ano, cerca de 1,6 milhão de empregos com carteira assinada. A estimativa foi feita durante o detalhamento do resultado do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério, que registra todas as contratações e demissões feitas pelas empresas do setor privado no País.
`Acho que podemos chegar a 1,6 milhão de empregos formais este ano porque há consistência dos bons indicadores econômicos e a geração de vagas com carteira assinada está diretamente relacionada com o crescimento econômico`, afirmou Lupi.
No mês de julho, foram abertas 126.992 vagas formais, um número 17% menor que o registrado em julho do ano passado quando foram criadas 154.357 postos de trabalho. A redução no ritmo de geração de empregos no mês passado, segundo o ministro, se deve a uma forte queda no número de novos empregados do setor agropecuário. Segundo o ministério, houve uma antecipação de colheita de safras, particularmente a cafeeira este ano, que resultou em antecipação também das demissões. Em julho, o setor agrícola criou 7 mil novas vagas enquanto no mesmo mês de 2006 foram criados 27,7 mil empregos.
Serviços
Também o setor de Serviços, embora ainda positivo, contribuiu para a redução das contratações em julho. Foram gerados 38,1 mil novos postos contra 52,1 mil no mesmo mês de 2006. Por outro lado, a indústria continua contratando mais. Em julho, foram criadas 28,9 mil novas vagas contra 20,9 mil no mesmo período do ano passado.
Nos sete meses deste ano, a economia já acumula 1,222 milhão de novas admissões formais contra 1,078 milhão nos mesmos sete meses de 2006. `Já acumulamos até julho tantos empregos formais quanto os acumulados nos 12 meses do ano passado`, comemorou o ministro Lupi. Em 2006, foram criados 1,228 milhão novas vagas.
Fonte: ISABEL SOBRAL - Agencia Estado
Em 22/08/2007.
`Acho que podemos chegar a 1,6 milhão de empregos formais este ano porque há consistência dos bons indicadores econômicos e a geração de vagas com carteira assinada está diretamente relacionada com o crescimento econômico`, afirmou Lupi.
No mês de julho, foram abertas 126.992 vagas formais, um número 17% menor que o registrado em julho do ano passado quando foram criadas 154.357 postos de trabalho. A redução no ritmo de geração de empregos no mês passado, segundo o ministro, se deve a uma forte queda no número de novos empregados do setor agropecuário. Segundo o ministério, houve uma antecipação de colheita de safras, particularmente a cafeeira este ano, que resultou em antecipação também das demissões. Em julho, o setor agrícola criou 7 mil novas vagas enquanto no mesmo mês de 2006 foram criados 27,7 mil empregos.
Serviços
Também o setor de Serviços, embora ainda positivo, contribuiu para a redução das contratações em julho. Foram gerados 38,1 mil novos postos contra 52,1 mil no mesmo mês de 2006. Por outro lado, a indústria continua contratando mais. Em julho, foram criadas 28,9 mil novas vagas contra 20,9 mil no mesmo período do ano passado.
Nos sete meses deste ano, a economia já acumula 1,222 milhão de novas admissões formais contra 1,078 milhão nos mesmos sete meses de 2006. `Já acumulamos até julho tantos empregos formais quanto os acumulados nos 12 meses do ano passado`, comemorou o ministro Lupi. Em 2006, foram criados 1,228 milhão novas vagas.
Fonte: ISABEL SOBRAL - Agencia Estado
Em 22/08/2007.