30/10/2007
Os convênios assinados, ontem, entre representantes dos governos federal e estadual vão beneficiar regiões estratégicas do Estado, a começar pela sonhada Ferrovia Oeste-Leste, de 1.100 quilômetros, que ligará a região de Barreiras - onde se situa o principal pólo agrícola do Nordeste - ao litoral. O documento assinado prevê estudos de viabilidade (pela empresa de engenharia Valec) com prazo de conclusão até junho de 2008, para a implantação da ferrovia considerada fundamental para o escoamento da produção da região. Essa obra, que está dentro do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), foi orçada em R$ 2,5 bilhões.
Outro equipamento, de importância vital para o turismo da Bahia, é o novo aeroporto de Ilhéus. O termo de cooperação estima investimentos de R$ 150 milhões para as obras e mais R$ 5 milhões para o projeto executivo. A construção deve começar em 2009, e o aeroporto a operar em 2011.
O transporte rodoviário também foi aquinhoado nessa visita presidencial. A principal iniciativa na área é a anunciada `modelagem das rodovias BR-116 e BR 324` para preparar a privatização. Um trecho da BR-116 será duplicado e recuperado, obras que também serão feitas na BR-324. A estimativa é de investimentos de R$ 1,14 bilhão das empresas que ganharem a licitação para explorá-las.
Foi autorizada, por outro lado, com recursos do governo, a recuperação de 171,4 quilômetros da rodovia BR-101, no trecho entre Monte Pascoal, no extremo sul baiano até o Estado do Espírito Santo. As obras, que custarão R$ 68,5 milhões, serão iniciadas imediatamente e devem durar 210 dias. Serão executadas pelo 11º Batalhão de Engenharia do Exército.
TEMORES - Ao explicar a opção pelo Exército, o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Resende, tentou negar um eventual temor do governo em relação às empreiteiras, depois de várias de denúncias de irregularidades de obras de consertos de rodovias federais, mas acabou confirmando que houve problemas na licitação. `Colocamos em curso uma licitação que precisou ser anulada, por orientação da área jurídica do Dnit, e nós não gostaríamos de perder tempo. Por isso, o governo federal decidiu que o Exército entraria de imediato, no máximo até o dia 5 de novembro, para fazer a recuperação da rodovia, e na seqüência estaremos fazendo mais 160 quilômetros desse ponto (Monte Pascoal) até a cidade de Ubaitaba, depois de um processo licitatório que vai demorar uns 90 dias`.
Sobre as obras vinculadas ao Ministério dos Transportes, Resende explicou que no caso da Ferrovia Leste-Oeste, o estudo de viabilidade vai analisar, entre as opções de execução da obra, a alternativa da Parceria Público-Privada (PPP) `ou mesmo através de concessão`, nos moldes das rodovias.
Explicou que, no caso das rodovias BR-116 e BR-324, a primeira opção era também PPP, mas o governo entendeu que seria melhor a concessão.
`Com isso, nós vamos ter a duplicação do trecho de 84 quilômetros que vai de Feira de Santana até o Rio Paraguaçu, executado até o segundo ano da concessão (o edital para a operação e manutenção das rodovias será lançado ainda este ano ) e mais do que isso: vamos ter mais 440 quilômetros de duplicação da BR-116`.
Os convênios foram assinados na segunda unidade do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Na obra, foram investidos R$ 34,8 milhões - R$ 16,2 milhões do Ministério da Tecnologia.
Fonte: Jornal A Tarde
30/10/07
Outro equipamento, de importância vital para o turismo da Bahia, é o novo aeroporto de Ilhéus. O termo de cooperação estima investimentos de R$ 150 milhões para as obras e mais R$ 5 milhões para o projeto executivo. A construção deve começar em 2009, e o aeroporto a operar em 2011.
O transporte rodoviário também foi aquinhoado nessa visita presidencial. A principal iniciativa na área é a anunciada `modelagem das rodovias BR-116 e BR 324` para preparar a privatização. Um trecho da BR-116 será duplicado e recuperado, obras que também serão feitas na BR-324. A estimativa é de investimentos de R$ 1,14 bilhão das empresas que ganharem a licitação para explorá-las.
Foi autorizada, por outro lado, com recursos do governo, a recuperação de 171,4 quilômetros da rodovia BR-101, no trecho entre Monte Pascoal, no extremo sul baiano até o Estado do Espírito Santo. As obras, que custarão R$ 68,5 milhões, serão iniciadas imediatamente e devem durar 210 dias. Serão executadas pelo 11º Batalhão de Engenharia do Exército.
TEMORES - Ao explicar a opção pelo Exército, o secretário-executivo do Ministério dos Transportes, Paulo Sérgio Resende, tentou negar um eventual temor do governo em relação às empreiteiras, depois de várias de denúncias de irregularidades de obras de consertos de rodovias federais, mas acabou confirmando que houve problemas na licitação. `Colocamos em curso uma licitação que precisou ser anulada, por orientação da área jurídica do Dnit, e nós não gostaríamos de perder tempo. Por isso, o governo federal decidiu que o Exército entraria de imediato, no máximo até o dia 5 de novembro, para fazer a recuperação da rodovia, e na seqüência estaremos fazendo mais 160 quilômetros desse ponto (Monte Pascoal) até a cidade de Ubaitaba, depois de um processo licitatório que vai demorar uns 90 dias`.
Sobre as obras vinculadas ao Ministério dos Transportes, Resende explicou que no caso da Ferrovia Leste-Oeste, o estudo de viabilidade vai analisar, entre as opções de execução da obra, a alternativa da Parceria Público-Privada (PPP) `ou mesmo através de concessão`, nos moldes das rodovias.
Explicou que, no caso das rodovias BR-116 e BR-324, a primeira opção era também PPP, mas o governo entendeu que seria melhor a concessão.
`Com isso, nós vamos ter a duplicação do trecho de 84 quilômetros que vai de Feira de Santana até o Rio Paraguaçu, executado até o segundo ano da concessão (o edital para a operação e manutenção das rodovias será lançado ainda este ano ) e mais do que isso: vamos ter mais 440 quilômetros de duplicação da BR-116`.
Os convênios foram assinados na segunda unidade do Centro Integrado de Manufatura e Tecnologia (Cimatec) do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
Na obra, foram investidos R$ 34,8 milhões - R$ 16,2 milhões do Ministério da Tecnologia.
Fonte: Jornal A Tarde
30/10/07