06/02/2015
[caption id="attachment_57618" align="aligncenter" width="491" caption="Fotos: Rosilda Cruz"]
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Recordando uma antiga prática da folia carnavalesca, o “Grito de Carnaval”, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), foi o abre-alas para o Carnaval da Cultura 2015. A noite dessa quinta-feira (05) relembrou uma tradição que tem tudo a ver com o Carnaval atual, mas que precisava ser novamente instituída, como parte oficial da folia.
E assim foi feito. A partir das 20h, a animação tomou conta do Largo Pedro Archanjo, onde o público pulou, dançou e sambou ao som de Claudete Macedo, Cacau do Pandeiro, Jota Velloso e Ninha, acompanhados pela Orquestra Iemanjá. Tudo banhado a muito confete e serpentina, que foram distribuídos na festa e contribuíram para o clima carnavalesco. No palco, uma variedade de ritmos que é a cara da diversidade cultural da Bahia. Samba de Roda, Marchinhas, Hits de Carnaval dos anos 70 e 80, levadas percussivas e sucessos da Axé Music.
“Estou aqui relembrando os antigos gritos de carnaval, que eram dias esperados tanto quanto a festa. No que depender de mim haverá grito de carnaval todos os anos”, revela o secretário Jorge Portugal, que comemorou o fato da festa ter reunido diferentes gerações. O evento também serviu para apresentar oficialmente a decoração do Carnaval do Pelô.
No elenco de músicos, Jota Velloso falou sobre a importância de abrir espaço para que o público participe diretamente da festa. É muito bom ver o povo voltando a desejar a comemoração de rua, aberta. Para o carnaval ter sucesso, é necessário que a gente volte a criar nossas danças, nossas músicas, com espontaneidade, curtindo a brincadeira. Os produtores, os músicos e compositores não podem achar que são mais importantes que o povo que faz a festa na rua. O carnaval tem que voltar para o povo e nós estamos aqui assistindo a esse movimento – que precisa da participação de todos. Torço muito que dê certo”, declara o cantor.
O cantor Ninha relembrou que sempre acompanhou o trabalho dos artistas com quem dividiu o palco e confessou a alegria em estar com eles. “Estou muito feliz em fazer parte dessa retomada do Grito de Carnaval. Eu curtia esses cantores que estão aqui, como Claudete Macedo e Cacau do Pandeiro e hoje estou tendo oportunidade de cantar com eles. Está passando um filme na minha cabeça, com muitas memórias. Queria agradecer a Secretaria de Cultura por ter pensado nesse projeto”, vibra o músico.
No final, uma apoteose formada entre artistas e público, com todos os convidados juntos cantando Chame Gente, um dos hinos do carnaval da Bahia, e deixando no ar a expectativa para os seis dias de folia do Carnaval da Cultura 2015, que começa na sexta, dia 13, com a homenagem a D. Edith do Prato encabeçada por Mariene de Castro. Mas até lá, todo os dias têm festa nos largos do Pelô.
>> Acompanhe as novidades do Carnaval da Cultura 2015
>> Confira mais fotos do "Grito de Carnaval"
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Recordando uma antiga prática da folia carnavalesca, o “Grito de Carnaval”, realizado pela Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA), foi o abre-alas para o Carnaval da Cultura 2015. A noite dessa quinta-feira (05) relembrou uma tradição que tem tudo a ver com o Carnaval atual, mas que precisava ser novamente instituída, como parte oficial da folia.
E assim foi feito. A partir das 20h, a animação tomou conta do Largo Pedro Archanjo, onde o público pulou, dançou e sambou ao som de Claudete Macedo, Cacau do Pandeiro, Jota Velloso e Ninha, acompanhados pela Orquestra Iemanjá. Tudo banhado a muito confete e serpentina, que foram distribuídos na festa e contribuíram para o clima carnavalesco. No palco, uma variedade de ritmos que é a cara da diversidade cultural da Bahia. Samba de Roda, Marchinhas, Hits de Carnaval dos anos 70 e 80, levadas percussivas e sucessos da Axé Music.
“Estou aqui relembrando os antigos gritos de carnaval, que eram dias esperados tanto quanto a festa. No que depender de mim haverá grito de carnaval todos os anos”, revela o secretário Jorge Portugal, que comemorou o fato da festa ter reunido diferentes gerações. O evento também serviu para apresentar oficialmente a decoração do Carnaval do Pelô.
No elenco de músicos, Jota Velloso falou sobre a importância de abrir espaço para que o público participe diretamente da festa. É muito bom ver o povo voltando a desejar a comemoração de rua, aberta. Para o carnaval ter sucesso, é necessário que a gente volte a criar nossas danças, nossas músicas, com espontaneidade, curtindo a brincadeira. Os produtores, os músicos e compositores não podem achar que são mais importantes que o povo que faz a festa na rua. O carnaval tem que voltar para o povo e nós estamos aqui assistindo a esse movimento – que precisa da participação de todos. Torço muito que dê certo”, declara o cantor.
O cantor Ninha relembrou que sempre acompanhou o trabalho dos artistas com quem dividiu o palco e confessou a alegria em estar com eles. “Estou muito feliz em fazer parte dessa retomada do Grito de Carnaval. Eu curtia esses cantores que estão aqui, como Claudete Macedo e Cacau do Pandeiro e hoje estou tendo oportunidade de cantar com eles. Está passando um filme na minha cabeça, com muitas memórias. Queria agradecer a Secretaria de Cultura por ter pensado nesse projeto”, vibra o músico.
No final, uma apoteose formada entre artistas e público, com todos os convidados juntos cantando Chame Gente, um dos hinos do carnaval da Bahia, e deixando no ar a expectativa para os seis dias de folia do Carnaval da Cultura 2015, que começa na sexta, dia 13, com a homenagem a D. Edith do Prato encabeçada por Mariene de Castro. Mas até lá, todo os dias têm festa nos largos do Pelô.
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