
MARCIO JUNQUEIRA (2017)
Feira de Santana, Bahia
Feira de Santana, Bahia
Marcio Junqueira (Feira de Santana-1981) é poeta, professor e artista visual. Mestre em literatura brasileira (UERJ/2009), atualmente é doutorando em Artes Visuais no PPGAV da UFBA com projeto sobre masculinidades negras e homoerotismo. Desde 2005 desenvolve trabalhos, em diversos suportes, em torno de temas como: subjetividade; homoerotismo; escritas de si; e autoficção. Editou a Antologia / Coleção Rabiscos e integra (juntamente com Clarissa Freitas, Lucas Matos e Thiago Gallego) o projeto multimídia Bliss não tem bis. Individualmente publicou Sábado (Riacho/2019); LUCAS (Sociedade da Prensa/2015) e Voilá mon coeur ( Edições MAC/2010). Foi residente no Instituto Sacatar, através do edital para escritores baianos, em 2017 e no Capacete (dentro do projeto Universidade de verão - coord. Daniel Steegmann Mangrané) em 2013. Entre os projetos que participou/colaborou, destacam-se: Edições Zabelê (2019); Circuito Grude (2018); Campo Minado dos Afetos (MAC-fsa, 2015); Salões de Artes Visuais da Bahia – Edição Especial (MAM-BA, Salvador, 2014); multiplo#5: exposição de arte impressa (CCSP, São Paulo, 2013); Tomar coca-cola com você (CUCA, Feira de Santa, 2012/ Galeria ACBEU, Salvador, 2013); XI Bienal do Recôncavo (São Félix, 2012). Atua, desde 2012, com professor de Literaturas em Língua Portuguesa no campus XVIII da UNEB. Vive em Salvador
Produção Artística: Livro “Sábado” e Desenhos "O diário de pegação"
Capa do Livro "Sábado"
Créditos: Marília Oliveira
Vídeo "sábado": (CLIQUE PARA VER)
Desenhos
"O projeto que me propus desenvolver no Sacatar era "o diário de pegação", que é uma espécie de cartografia erótico- sentimental. produzi 12 desenhos da série principal (10 deles estão exibidos no meu flickr (https://www.flickr.com/photos/voilamoncoeur/), além de começar uma segunda série de "textos" do diário."

Desenho: eu é outro

Desenho: k.y. & fita crepe

Desenho: o beijo (variações em torno do tema)
“A residência no Instituto Sacatar foi um tempo importante/intenso de convivência, reflexão e produção, de convivência com os outros artistas-residentes, com a equipe do Sacatar, com a comunidade de Itaparica (e de forma mais ampla da ilha como todo), além de grupos de artistas soteropolitanos (ou de passagem por Salvador). Dessas convivências emergiram temas sugestões experimentação/ aprendizagem de novos procedimentos, re-visões, reflexões”.
