Ações de regularização fundiária são debatidas em encontro na capital baiana

09/11/2021

Questões relacionadas à regularização fundiária em áreas dos municípios de Caetité e Tanque Novo, onde deverá ser implantado um novo parque eólico, foram debatidas, nesta terça-feira (09), em reunião realizada na sede da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Rural (SDR), no Centro Administrativo da Bahia, em Salvador.

Para a implantação do projeto deverão ser gerados mais de 900 empregos e serem impactadas 41 famílias que vivem na região. O secretário de Desenvolvimento Rural, Josias Gomes, ressalta que o complexo eólico Caetité – Tanque Novo, com sete parques, é um projeto que deverá gerar 168 megawatts, com 40 aero geradores. Ele observa que a partir desse diálogo serão destravados os processos de regularização fundiária dessas áreas, considerando a nova Instrução Normativa 001/2020, referente à regularização fundiária nas áreas de potencial eólico, chamadas de Corredores de Vento: “Lá já existe um parque eólico e será ampliado, permitindo que comece a produção de energia já em 2023”.

O prefeito de Caetité, Valtércio Aguiar, observa que o município é um dos que possuem um dos maiores parques eólicos do país: “Estamos aqui participando dessa reunião justamente para tentarmos fazer essa parceria, para a regularização fundiária dessas áreas, para que o nosso município seja contemplado com mais esse parque, instalado entre Caetité e Tanque Novo”.

André Martini, diretor de Desenvolvimento de Negócios da CGN Brasil Energia e Participações, empresa responsável pela implantação do complexo, fala da expectativa com a execução da ação: “Nosso projeto vai ser implantado a partir de 2023, gerando energia limpa, com geradores importados, mais modernos que a gente tem no Brasil. Vai trazer 900 empregos durante a construção e 30 empregos durante a operação. É mais um dos projetos que vai fortalecer a região, não só trazendo empregos, mas também arrecadação”.

O encontro contou com a participação da coordenadora executiva de Desenvolvimento Agrário (CDA/SDR), Camilla Batista, e de uma equipe técnica da CGN Brasil Energia e Participações.

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