19/10/2016
As secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) realizaram reunião conjunta nesta terça-feira (18), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, discutindo a ampliação de políticas públicas voltadas à população em privação de liberdade, além de agendas durante o Novembro Negro, mês de intensas mobilizações e visibilidade da luta racial no país. O encontro contou com a presença a titular da Sepromi, Fabya Reis, e do chefe de Gabinete da Seap, Carlos Eduardo Sodré.
“Temos o desafio institucional de transversalizar cada vez mais as políticas de promoção da igualdade racial, incluindo as iniciativas de combate ao racismo e à intolerância religiosa. A Seap, nesse contexto, é um órgão estratégico, já que administra um sistema de restrição de liberdade. Estamos dialogando para implementar e potencializar ações no campo dos direitos humanos”, afirmou a secretária da Sepromi, Fabya Reis.
A gestora destacou, ainda, o trabalho desenvolvido pela Sepromi, a exemplo da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, também composta pela Seap. “A presença desta secretaria na Rede é fundamental para avançarmos no debate e dar mais dinâmica às iniciativas destinadas às pessoas privadas de liberdade, possibilitando o monitoramento e os diálogos necessários com diversos setores da sociedade que formam o colegiado”, afirmou. Para o Novembro Negro as secretarias articulam a realização de atividades nas áreas da saúde e cultura, bem como oficinas sobre enfrentamento à discriminação racial, à violência religiosa e garantia dos direitos humanos.
O chefe de Gabinete da Seap, Carlos Eduardo Sodré, ressaltou “a importância da parceria entre as duas esferas governamentais com foco nas políticas afirmativas numa área sensível que envolve a privação de liberdade de uma população já excluída historicamente da garantia de direitos”. Também participaram da reunião os assessores Ailton Ferreira (Sepromi), Niluschka Brandão e Paulo Cézar (Seap); os superintendentes Luiz Antônio Fonseca (Ressocialização Sustentável) e Júlio Cézar (Gestão Prisional); a diretora do Conjunto Penal Feminino, Luz Marina; além da coordenadora da área de saúde, políticas LGBTs e de igualdade racial da Seap, Conceição Sodré.
“Temos o desafio institucional de transversalizar cada vez mais as políticas de promoção da igualdade racial, incluindo as iniciativas de combate ao racismo e à intolerância religiosa. A Seap, nesse contexto, é um órgão estratégico, já que administra um sistema de restrição de liberdade. Estamos dialogando para implementar e potencializar ações no campo dos direitos humanos”, afirmou a secretária da Sepromi, Fabya Reis.
A gestora destacou, ainda, o trabalho desenvolvido pela Sepromi, a exemplo da Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa, também composta pela Seap. “A presença desta secretaria na Rede é fundamental para avançarmos no debate e dar mais dinâmica às iniciativas destinadas às pessoas privadas de liberdade, possibilitando o monitoramento e os diálogos necessários com diversos setores da sociedade que formam o colegiado”, afirmou. Para o Novembro Negro as secretarias articulam a realização de atividades nas áreas da saúde e cultura, bem como oficinas sobre enfrentamento à discriminação racial, à violência religiosa e garantia dos direitos humanos.
O chefe de Gabinete da Seap, Carlos Eduardo Sodré, ressaltou “a importância da parceria entre as duas esferas governamentais com foco nas políticas afirmativas numa área sensível que envolve a privação de liberdade de uma população já excluída historicamente da garantia de direitos”. Também participaram da reunião os assessores Ailton Ferreira (Sepromi), Niluschka Brandão e Paulo Cézar (Seap); os superintendentes Luiz Antônio Fonseca (Ressocialização Sustentável) e Júlio Cézar (Gestão Prisional); a diretora do Conjunto Penal Feminino, Luz Marina; além da coordenadora da área de saúde, políticas LGBTs e de igualdade racial da Seap, Conceição Sodré.