11/07/2017
Diversas famílias, representações de movimentos sociais e do poder público estiveram reunidas nesta segunda-feira (10), num ato em homenagem a João da Conceição Santos, o Joãozinho do Mangal, no município de Sítio do Mato, marcando seu o sétimo dia de seu falecimento. Com 37 anos, ele deixou sete filhos e uma trajetória de liderança e luta em defesa das comunidades quilombolas da Bahia.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, participou da homenagem, que seguiu os ritos tradicionais do povo quilombola em momentos de luto e celebração dos legados de suas lideranças. Ela destacou o legado de Joãozinho para a resistência quilombola, defesa do território e busca pelo desenvolvimento sustentável dos segmentos tradicionais da Bahia.
“João vinha dialogando com a Sepromi sobre o planejamento de atividades e um conjunto de pautas de interesse das comunidades quilombolas da região, sendo um grande parceiro do nosso trabalho. Este momento serve para a ressignificação de lutas. Convivemos com um verdadeiro ativista, ser humano comprometido, um lutador. Nossa tarefa é levar adiante o ideário plantado por esta grande liderança, que representava os anseios e sonhos coletivos”, afirmou a secretária.
“Precisávamos fazer este momento de homenagem, agradecendo à comunidade por ter permitido que João convivesse conosco, contribuindo expressivamente. Fica a certeza de que precisamos ter a coragem de João, sonhar e continuar fazendo muito mais pelo movimento quilombola do Brasil, ressaltou Florisvaldo Silva, em nome do Conselho Estadual Quilombola (CEAQ).
O ato ocorreu às margens do Rio São Francisco, onde João vivia junto à comunidade. O momento foi marcado pela grande emoção de familiares, a exemplo de pais, irmãos e filhos, além de companheiros de militância, de trabalho e da vida acadêmica.
Trajetória de luta - Joãozinho era um assíduo defensor da sua comunidade e da bandeira da reforma agrária, trabalhado ativamente pela garantia dos direitos das comunidades tradicionais quilombolas. Dentre suas atuações mais recentes estava a passagem pelo Conselho Estadual das Comunidades e Associações Quilombolas da (CEAQ).
Também acumulou trajetórias em estudos no campo da Pedagogia, assistência técnica e extensão rural, além da área de saúde pública. Joãoozinho estava se preparando, ainda, para a formatura em Direito pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que aconteceria no próximo mês de dezembro. Colegas de turma, também oriundos de movimentos de luta pela terra, estiveram presentes no ato de homenagem e prestarão honrarias a Joãozinho durante a solenidade de formatura e na própria comunidade.
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, participou da homenagem, que seguiu os ritos tradicionais do povo quilombola em momentos de luto e celebração dos legados de suas lideranças. Ela destacou o legado de Joãozinho para a resistência quilombola, defesa do território e busca pelo desenvolvimento sustentável dos segmentos tradicionais da Bahia.
“João vinha dialogando com a Sepromi sobre o planejamento de atividades e um conjunto de pautas de interesse das comunidades quilombolas da região, sendo um grande parceiro do nosso trabalho. Este momento serve para a ressignificação de lutas. Convivemos com um verdadeiro ativista, ser humano comprometido, um lutador. Nossa tarefa é levar adiante o ideário plantado por esta grande liderança, que representava os anseios e sonhos coletivos”, afirmou a secretária.
“Precisávamos fazer este momento de homenagem, agradecendo à comunidade por ter permitido que João convivesse conosco, contribuindo expressivamente. Fica a certeza de que precisamos ter a coragem de João, sonhar e continuar fazendo muito mais pelo movimento quilombola do Brasil, ressaltou Florisvaldo Silva, em nome do Conselho Estadual Quilombola (CEAQ).
O ato ocorreu às margens do Rio São Francisco, onde João vivia junto à comunidade. O momento foi marcado pela grande emoção de familiares, a exemplo de pais, irmãos e filhos, além de companheiros de militância, de trabalho e da vida acadêmica.
Trajetória de luta - Joãozinho era um assíduo defensor da sua comunidade e da bandeira da reforma agrária, trabalhado ativamente pela garantia dos direitos das comunidades tradicionais quilombolas. Dentre suas atuações mais recentes estava a passagem pelo Conselho Estadual das Comunidades e Associações Quilombolas da (CEAQ).
Também acumulou trajetórias em estudos no campo da Pedagogia, assistência técnica e extensão rural, além da área de saúde pública. Joãoozinho estava se preparando, ainda, para a formatura em Direito pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), que aconteceria no próximo mês de dezembro. Colegas de turma, também oriundos de movimentos de luta pela terra, estiveram presentes no ato de homenagem e prestarão honrarias a Joãozinho durante a solenidade de formatura e na própria comunidade.