30/03/2020
A Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi), através da secretária Fabya Reis, externa profundo pesar pelo falecimento do cantor e compositor Riachão, ícone do samba da Bahia. O passamento do artista, que influenciou diversas gerações, deixa uma grande lacuna nas artes musicais em todo o Brasil. Nascido em Salvador, em 14 de novembro de 1921, Riachão marcou seu trabalho na história, ao lado de figuras como Nelson Sargento, Dona Ivone Lara e tantos outros da velha guarda.
Fabya Reis falou da importância da obra de Riachão no cenário musical brasileiro, o que o torna eterno na memória e no patrimônio cultural. “Riachão deixa seu legado de afirmação, luta e resistência negra, um exemplo a ser seguido na manutenção e preservação do nosso samba e cultura ancestrais”, destacou.
A secretária lembrou o apoio recebido de Riachão quando das campanhas de combate ao racismo realizadas pelo Governo da Bahia, contribuição valiosa do artista para a sensibilização dos diversos setores da sociedade pela promoção da igualdade racial.
Com 98 anos, o artista escreveu sua primeira música aos 12. Acumulou mais de 500 composições, obras gravadas por nomes consagrados como Jackson do Pandeiro, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Cássia Eller. Riachão planejava para 2020 lançar o disco “Se Deus quiser eu vou chegar aos 100”, inclusive com músicas inéditas. Em sua homenagem, desde 2015, o trajeto da tradicional “Mudança do Garcia”, no Carnaval - bairro onde ele se criou e ainda morava – foi batizado como Circuito Riachão.
Fabya Reis falou da importância da obra de Riachão no cenário musical brasileiro, o que o torna eterno na memória e no patrimônio cultural. “Riachão deixa seu legado de afirmação, luta e resistência negra, um exemplo a ser seguido na manutenção e preservação do nosso samba e cultura ancestrais”, destacou.
A secretária lembrou o apoio recebido de Riachão quando das campanhas de combate ao racismo realizadas pelo Governo da Bahia, contribuição valiosa do artista para a sensibilização dos diversos setores da sociedade pela promoção da igualdade racial.
Com 98 anos, o artista escreveu sua primeira música aos 12. Acumulou mais de 500 composições, obras gravadas por nomes consagrados como Jackson do Pandeiro, Gilberto Gil, Caetano Veloso, Gal Costa e Cássia Eller. Riachão planejava para 2020 lançar o disco “Se Deus quiser eu vou chegar aos 100”, inclusive com músicas inéditas. Em sua homenagem, desde 2015, o trajeto da tradicional “Mudança do Garcia”, no Carnaval - bairro onde ele se criou e ainda morava – foi batizado como Circuito Riachão.
Salvador - Bahia, 30 de março de 2020.