26/01/2018
Realizado nesta sexta-feira (26) pelo Ministério Público do Estado (MPE), com apoio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o 2º Seminário sobre Intolerância Religiosa e Estado Laico encerrou a semana de atividades alusivas ao Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, em Salvador. O encontro, ocorrido no auditório do próprio MPE, no bairro Nazaré, reuniu representações diversas, a exemplo de lideranças, pesquisadores, advogados, promotores, agentes governamentais e do Poder Legislativo.
A mesa oficial de abertura foi coordenada pela promotora Lívia Vaz, do Grupo Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gehdis) do MPE e contou com a presença da coordenadora executiva da Sepromi, Cléia Costa.
Na sequência aconteceu a conferência de abertura com a palestra do advogado Hédio Silva Júnior, doutor em Direito pela PUC-SP e ex-consultor da Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir-PR). Ele discorreu sobre o tema “A importância do Judiciário para a defesa e implementação dos direitos das religiões de matriz africana”.
Já o período da tarde foi marcado por mesas temáticas que trataram de boas práticas relacionadas ao enfrentamento à intolerância religiosa, laicidade do Estado e o papel das religiões na construção do respeito inter-religioso.
Participaram do seminário representações de religiões de matriz africana, igrejas cristãs, de umbanda, dentre outras. Um ato ecumênico ao final do dia encerrou oficialmente as atividades.
A mesa oficial de abertura foi coordenada pela promotora Lívia Vaz, do Grupo Especial de Proteção dos Direitos Humanos e Combate à Discriminação (Gehdis) do MPE e contou com a presença da coordenadora executiva da Sepromi, Cléia Costa.
Na sequência aconteceu a conferência de abertura com a palestra do advogado Hédio Silva Júnior, doutor em Direito pela PUC-SP e ex-consultor da Secretaria Especial de Políticas e Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República (Seppir-PR). Ele discorreu sobre o tema “A importância do Judiciário para a defesa e implementação dos direitos das religiões de matriz africana”.
Já o período da tarde foi marcado por mesas temáticas que trataram de boas práticas relacionadas ao enfrentamento à intolerância religiosa, laicidade do Estado e o papel das religiões na construção do respeito inter-religioso.
Participaram do seminário representações de religiões de matriz africana, igrejas cristãs, de umbanda, dentre outras. Um ato ecumênico ao final do dia encerrou oficialmente as atividades.