06/05/2018
Realizado na cidade de São Paulo, até este domingo (6), o Encontro Internacional das Tradições Bantu (ECOBANTU) reuniu lideranças de diversos países e estados brasileiros. O evento, que contou com a participação da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), aconteceu pela quarta edição, debatendo temas relativos à preservação da cultura Bantu, combate ao racismo, à xenofobia e pelo enfrentamento da intolerância religiosa.
Para a secretária da Sepromi, Fabya Reis, o evento configura-se como uma importante estratégia de valorização da cultura e dos legados civilizatórios produzidos pelos países africanos. Ela participou, neste sábado (5), do painel “Memória e representações”, quando abordou a temática do racismo institucional.
A gestora falou dos avanços, na Bahia, para o enfrentamento ao racismo estrutural, segundo ela, fruto da luta histórica do movimento negro, da resistência das comunidades de matriz africana e da implementação de políticas a partir da instituição da Sepromi, em 2007. "Vamos segundo, em diversas frentes, com sociedade civil e governos democráticos, ampliando diálogos para potencializar políticas de inclusão e reparação, cada vez mais", disse.
Além da secretária, participaram lideranças religiosas da Bahia, a exemplo da makota Valdina Pinto, do terreiro Tanuri Junçara; os tatas Cícero Rodrigues, do terreiro Bate-Folha; Esmeraldo Emetério, do Tumba Junsara; e Raimundo Konmananjy, da Associação Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu (Acbantu).
“O encontro tem objetivo de trazer à tona a discussão sobre revalorização da cultura afrodescendente, da identidade afro-brasileira e latino-americana. Vem dizer o que queremos e discutir para onde vamos, fazendo ecoar nossa voz para o resto do mundo”, ressaltou o tata Walmir Damasceno, coordenador geral do Instituto Latino Americano de Tradições Afro Bantu (Ilabantu), organização que coordena o conjunto de atividades.
Para a secretária da Sepromi, Fabya Reis, o evento configura-se como uma importante estratégia de valorização da cultura e dos legados civilizatórios produzidos pelos países africanos. Ela participou, neste sábado (5), do painel “Memória e representações”, quando abordou a temática do racismo institucional.
A gestora falou dos avanços, na Bahia, para o enfrentamento ao racismo estrutural, segundo ela, fruto da luta histórica do movimento negro, da resistência das comunidades de matriz africana e da implementação de políticas a partir da instituição da Sepromi, em 2007. "Vamos segundo, em diversas frentes, com sociedade civil e governos democráticos, ampliando diálogos para potencializar políticas de inclusão e reparação, cada vez mais", disse.
Além da secretária, participaram lideranças religiosas da Bahia, a exemplo da makota Valdina Pinto, do terreiro Tanuri Junçara; os tatas Cícero Rodrigues, do terreiro Bate-Folha; Esmeraldo Emetério, do Tumba Junsara; e Raimundo Konmananjy, da Associação Cultural de Preservação do Patrimônio Bantu (Acbantu).
“O encontro tem objetivo de trazer à tona a discussão sobre revalorização da cultura afrodescendente, da identidade afro-brasileira e latino-americana. Vem dizer o que queremos e discutir para onde vamos, fazendo ecoar nossa voz para o resto do mundo”, ressaltou o tata Walmir Damasceno, coordenador geral do Instituto Latino Americano de Tradições Afro Bantu (Ilabantu), organização que coordena o conjunto de atividades.