19/06/2018
Os sete anos da Secretaria de Política para as Mulheres do Estado (SPM) foram celebrados com sessão especial no plenário da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), na manhã desta segunda-feira (18). A homenagem foi proposta pela Bancada Feminina e Comissão dos Direitos da Mulher da Alba, reunindo autoridades e variadas representações da sociedade civil. A SPM foi criada em maio de 2011 e, desde então, vem desenvolvendo ações de enfrentamento à violência e promoção da autonomia da mulher.
Nos últimos anos, a secretaria acumula resultados positivos por meio da utilização de campanhas educativas e de sensibilização da sociedade, como as campanhas “Respeita as Mina” e “Vá Na Moral ou Vai se Dar Mal”. A secretária da SPM, Julieta Palmeira, lembrou que a implantação da pasta é uma conquista do movimento de mulheres. “Esses sete anos representam avanços nas políticas públicas para as mulheres e apontam a possibilidades de ter ações mais estruturantes, a exemplo do apoio às mulheres chefes de família, que hoje necessitam de creche e mais capacitação. A missão da SPM é enfrentamento à violência e promoção da autonomia econômica das mulheres”, ressaltou.
A primeira secretária da pasta na Bahia, Vera Lúcia Barbosa, participou da cerimônia e lembrou o desafio e a mudança proporcionadas pela implantação da secretaria na gestão estadual. “Foi uma ousadia tremenda da gestão daquela época (2011), junto com os movimentos sociais e a própria Assembleia Legislativa, que apoiaram a iniciativa. Tivemos o grande desafio de resolver questões relacionadas à estruturação da SPM e fazer jus a essa simbologia da criação da pasta. Foi um novo momento, porque as mulheres passaram a ver na gestão um espaço só delas. Fazer fluir essa interação entre governo e sociedade civil com esse recorte de gênero foi um trabalho muito gratificante”, recorda.
Nos últimos anos, a secretaria acumula resultados positivos por meio da utilização de campanhas educativas e de sensibilização da sociedade, como as campanhas “Respeita as Mina” e “Vá Na Moral ou Vai se Dar Mal”. A secretária da SPM, Julieta Palmeira, lembrou que a implantação da pasta é uma conquista do movimento de mulheres. “Esses sete anos representam avanços nas políticas públicas para as mulheres e apontam a possibilidades de ter ações mais estruturantes, a exemplo do apoio às mulheres chefes de família, que hoje necessitam de creche e mais capacitação. A missão da SPM é enfrentamento à violência e promoção da autonomia econômica das mulheres”, ressaltou.
A primeira secretária da pasta na Bahia, Vera Lúcia Barbosa, participou da cerimônia e lembrou o desafio e a mudança proporcionadas pela implantação da secretaria na gestão estadual. “Foi uma ousadia tremenda da gestão daquela época (2011), junto com os movimentos sociais e a própria Assembleia Legislativa, que apoiaram a iniciativa. Tivemos o grande desafio de resolver questões relacionadas à estruturação da SPM e fazer jus a essa simbologia da criação da pasta. Foi um novo momento, porque as mulheres passaram a ver na gestão um espaço só delas. Fazer fluir essa interação entre governo e sociedade civil com esse recorte de gênero foi um trabalho muito gratificante”, recorda.
Para a titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, presente na solenidade, a sessão na Alba é uma realização histórica. “Trata-se de um grande marco para os 7 anos da instituição deste organismo governamental. Grande honra participar desse momento, juntamente com as instituições, movimentos de mulheres e organizações feministas que contribuíram com esta conquista”, destacou a gestora, que atuou na Chefia de Gabinete da SPM na gestão da então secretária Vera Lúcia Barbosa. “Continuaremos firmes pelo fim do sexismo e na luta pela emancipação plena das mulheres”, completou Fabya.
“Mulheres: diversidade e direitos humanos”
“Mulheres: diversidade e direitos humanos”
Durante a cerimônia, foi lançado o livro “Mulheres: diversidade e direitos humanos” que reúne seis artigos com abordagens diferentes sobre a violência contra as mulheres. Na publicação são discutidas questões como autonomia e empoderamento, tráfico humano, racismo, sexismo, entre outros assuntos. O livro está sendo lançado pela SPM-BA, em parceria com a Secretaria Especial de Direitos Humanos, vinculada ao Ministério da Justiça e Cidadania.
*Com informações da Secom-BA / Repórter: Jairo Gonçalves
*Com informações da Secom-BA / Repórter: Jairo Gonçalves