22/11/2018
O calendário do Novembro Negro da Bahia contou com reforço do projeto Mulher com a Palavra, que levou um trio de pensadoras do feminismo negro brasileiro ao Teatro Castro Alves (TCA), em Salvador, na noite desta quarta-feira (21). A filósofa Djamila Ribeiro, a assistente social e pesquisadora de gênero Carla Akotirene e a arquiteta e escritora Joice Berth lotaram o espaço, reunindo ativistas de diversos segmentos de mulheres e do movimento negro.
Com mediação de Rita Batista, esta edição encerrou o terceiro ano do projeto. A ação é fruto de iniciativa da Maré Produções Culturais, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), com o patrocínio da Avon e da Bahiagás. O objetivo é agregar, num mesmo debate, mulheres brasileiras de expressão para falar sobre empoderamento feminino, carreira profissional e artística.
Presente ao evento, a titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, destacou o encerramento de mais um ciclo exitoso do Mulher com a Palavra. “Numa edição especial do Novembro Negro, o evento foi uma verdadeira oportunidade de alimentar nossos debates e caminhadas de luta no feminismo negro. A Bahia e o Brasil reconhecem as contribuições destas grandes pesquisadoras e escritoras. Foi uma acertada programação, inclusive reconhecendo o trabalho das mulheres negras no campo literário”, ressaltou.
As três convidadas compõem o grupo de autoras da bem sucedida coleção “Feminismos Plurais”. A noite ainda contou com uma performance da escritora baiana Lívia Natália, que compartilhou alguns dos seus poemas, presentes em livros como Água Negra e Dia Bonito para Chover, entre outros.
Time de ativistas - Em 2018, um grande time de mulheres se destacou no projeto, que reuniu nomes como Conceição Evaristo, Karol Conká, Gaby Amarantos, Zezé Motta, Maíra Avezedo, além de Daniela Mercury, Marina Lima, Elza Soares, Taís Araújo, Camila Pitanga, Marina Lima, Zélia Dunkan, Márcia Tiburi, Preta Gil, MC Carol e Elisa Lucinda.
Lançamento de livro - Também no TCA, reunindo grande público no foyer, a pesquisadora baiana Carla Akotirene lançou seu primeiro livro autoral, intitulado “O que é Interseccionalidade?”, atividade que contou com a presença da titular da Sepromi, Fabya Reis.
A publicação faz parte coleção Feminismos Plurais, elaborado pela filósofa Djamila Ribeiro, e reúne considerações ao conceito “Interseccionalidade”, dialogando com autoras como Angela Davis, Ochy Curiel, Gilza Marques, Jasbir Puar, Sueli Carneiro, Patrícia Hill Collins e Houria Bouteldja.
Doutoranda pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carla Akotirene é referência nacional em estudos sobre gênero, raça e feminismo. O livro conta com contribuições de escritas que são referência da área acadêmica, a exemplo da doutora em sociologia, Ângela Figueiredo, e a doutora em estudos étnicos e africanos, Zelinda Barros.
Com mediação de Rita Batista, esta edição encerrou o terceiro ano do projeto. A ação é fruto de iniciativa da Maré Produções Culturais, em parceria com a Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM), com o patrocínio da Avon e da Bahiagás. O objetivo é agregar, num mesmo debate, mulheres brasileiras de expressão para falar sobre empoderamento feminino, carreira profissional e artística.
Presente ao evento, a titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, destacou o encerramento de mais um ciclo exitoso do Mulher com a Palavra. “Numa edição especial do Novembro Negro, o evento foi uma verdadeira oportunidade de alimentar nossos debates e caminhadas de luta no feminismo negro. A Bahia e o Brasil reconhecem as contribuições destas grandes pesquisadoras e escritoras. Foi uma acertada programação, inclusive reconhecendo o trabalho das mulheres negras no campo literário”, ressaltou.
As três convidadas compõem o grupo de autoras da bem sucedida coleção “Feminismos Plurais”. A noite ainda contou com uma performance da escritora baiana Lívia Natália, que compartilhou alguns dos seus poemas, presentes em livros como Água Negra e Dia Bonito para Chover, entre outros.
Time de ativistas - Em 2018, um grande time de mulheres se destacou no projeto, que reuniu nomes como Conceição Evaristo, Karol Conká, Gaby Amarantos, Zezé Motta, Maíra Avezedo, além de Daniela Mercury, Marina Lima, Elza Soares, Taís Araújo, Camila Pitanga, Marina Lima, Zélia Dunkan, Márcia Tiburi, Preta Gil, MC Carol e Elisa Lucinda.
Lançamento de livro - Também no TCA, reunindo grande público no foyer, a pesquisadora baiana Carla Akotirene lançou seu primeiro livro autoral, intitulado “O que é Interseccionalidade?”, atividade que contou com a presença da titular da Sepromi, Fabya Reis.
A publicação faz parte coleção Feminismos Plurais, elaborado pela filósofa Djamila Ribeiro, e reúne considerações ao conceito “Interseccionalidade”, dialogando com autoras como Angela Davis, Ochy Curiel, Gilza Marques, Jasbir Puar, Sueli Carneiro, Patrícia Hill Collins e Houria Bouteldja.
Doutoranda pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Carla Akotirene é referência nacional em estudos sobre gênero, raça e feminismo. O livro conta com contribuições de escritas que são referência da área acadêmica, a exemplo da doutora em sociologia, Ângela Figueiredo, e a doutora em estudos étnicos e africanos, Zelinda Barros.
*Com informações da SPM.