09/08/2017
Uma sessão especial na Câmara Municipal de Salvador, realizada na noite desta terça-feira (8), marcou a passagem dos 39 anos de criação do Movimento Negro Unificado (MNU). O evento contou com a presença de fundadores, militantes históricos e contemporâneos da organização, integrantes de movimentos sociais e sindicais, de religiões de matriz africana, acadêmicos e autoridades de diversas áreas. A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, participou da atividade, que foi realizada no plenário da casa legislativa.
O MNU foi fundado em 1978, nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, em plena ditadura militar, sendo considerado como principal grupo político da comunidade negra da segunda metade do século XX. “É importante termos a consciência sobre a história de uma organização que se desenvolveu de forma vitoriosa. O MNU não surgiu por acaso, foi fruto de muito estudo e construção”, disse Milton Barbosa, um dos fundadores do movimento, ressaltando que se trata de um momento de reconstrução de lutas e estratégias num país ainda acumula um histórico de manutenção do racismo.
A titular da Sepromi destacou as contribuições do MNU e do conjunto do movimento negro brasileiro para a estruturação de organismos governamentais, políticas públicas e marcos legais para o enfrentamento ao racismo. “Desejamos vida longa ao MNU para que continue sendo essa potência de combate à discriminação racial, um referência de organização com presença firme e resistente ao longo da sua história”, afirmou a secretária, saudando a memória de militantes que, segundo ela, deixaram grandes marcas na construção do movimento, a exemplo de Lélia Gonzales, Luiza Bairros, dentre outros ativistas.
“O MNU continua nos ensinando no processo de luta. Seus 39 anos de trajetória representam muito. Foi extremamente importante celebrar este momento durante o mês de agosto, inclusive, quando lembramos o grande episódio da Revolta dos Búzios, um capítulo da história de afirmação do povo negro e da construção dos ideais de democracia e liberdade”, ponderou a vereadora Marta Rodrigues, parlamentar proponente da homenagem.
O MNU foi fundado em 1978, nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, em plena ditadura militar, sendo considerado como principal grupo político da comunidade negra da segunda metade do século XX. “É importante termos a consciência sobre a história de uma organização que se desenvolveu de forma vitoriosa. O MNU não surgiu por acaso, foi fruto de muito estudo e construção”, disse Milton Barbosa, um dos fundadores do movimento, ressaltando que se trata de um momento de reconstrução de lutas e estratégias num país ainda acumula um histórico de manutenção do racismo.
A titular da Sepromi destacou as contribuições do MNU e do conjunto do movimento negro brasileiro para a estruturação de organismos governamentais, políticas públicas e marcos legais para o enfrentamento ao racismo. “Desejamos vida longa ao MNU para que continue sendo essa potência de combate à discriminação racial, um referência de organização com presença firme e resistente ao longo da sua história”, afirmou a secretária, saudando a memória de militantes que, segundo ela, deixaram grandes marcas na construção do movimento, a exemplo de Lélia Gonzales, Luiza Bairros, dentre outros ativistas.
“O MNU continua nos ensinando no processo de luta. Seus 39 anos de trajetória representam muito. Foi extremamente importante celebrar este momento durante o mês de agosto, inclusive, quando lembramos o grande episódio da Revolta dos Búzios, um capítulo da história de afirmação do povo negro e da construção dos ideais de democracia e liberdade”, ponderou a vereadora Marta Rodrigues, parlamentar proponente da homenagem.