26/04/2019
Uma sessão especial na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) nesta sexta-feira (26), marcou os 70 anos de fundação dos Filhos de Gandhy, considerado o maior bloco de afoxé do Brasil. O evento reuniu associados, artistas, parceiros, representações de universidades, do poder público e movimentos sociais.
Representando o governador Rui Costa, a secretária Fabya Reis ressaltou os legados dos Filhos de Gandhy na organização política e resistência do povo negro. “São sete décadas de promoção da cultura negra, com reconhecimento público neste espaço legislativo e pelo povo da Bahia. Participamos com muito orgulho deste momento, ao lado de representações de diversas frentes e poderes”, pontuou a gestora, saudando o presidente do afoxé, Gilsoney Oliveira, além dos associados e parceiros da agremiação.
A proponente da sessão, deputada Olívia Santana, afirmou que o Filhos de Gandhy “é um bloco negro e que tem uma trajetória de afirmação cultural e de tudo que sempre foi negado pelo racismo”. Reforçou, ainda, a importância da entidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à cultura machista.
Representando o governador Rui Costa, a secretária Fabya Reis ressaltou os legados dos Filhos de Gandhy na organização política e resistência do povo negro. “São sete décadas de promoção da cultura negra, com reconhecimento público neste espaço legislativo e pelo povo da Bahia. Participamos com muito orgulho deste momento, ao lado de representações de diversas frentes e poderes”, pontuou a gestora, saudando o presidente do afoxé, Gilsoney Oliveira, além dos associados e parceiros da agremiação.
A proponente da sessão, deputada Olívia Santana, afirmou que o Filhos de Gandhy “é um bloco negro e que tem uma trajetória de afirmação cultural e de tudo que sempre foi negado pelo racismo”. Reforçou, ainda, a importância da entidade no enfrentamento à violência contra a mulher e à cultura machista.