03/09/2020
O Fórum de Gestores Municipais de Políticas de Promoção da Bahia, instância vinculada à Sepromi, realizou nesta quinta-feira (3) sua 24ª reunião ordinária, mais uma vez de maneira virtual por conta da pandemia de Covid-19. Participaram mais de 70 representações, entre membros do Governo do Estado e de prefeituras dos diversos territórios de identidade. Dentre as principais pautas estava o lançamento do Planejamento Estratégico do colegiado para o período 2020-2022.
“Mesmo ainda no formato de isolamento social, mantemos ativo este espaço de discussão tão nobre. As pautas que hoje trazemos aqui, sobretudo o Planejamento Estratégico, é fruto do empenho de todas e todos, um trabalho feito a muitas mãos. E seguimos nos desafios e construções das políticas para o povo negro, sem paralisar nossa atuação, apesar das adversidades”, destacou a titular da Sepromi, Fabya Reis.
A secretária falou, ainda, sobre as ações e calendários previstos para o próximo período, incluindo o Novembro Negro e campanhas de sensibilização, iniciativas que, segundo ela, fortalecem os debates, as politicas de enfrentamento ao racismo e valoriza os calendários emblemáticos da luta do povo negro.
A coordenadora executiva de Promoção da Igualdade Racial da Sepromi, Lucy Góes, ressaltou que o planejamento estratégico do Fórum envolveu diretamente 22 territórios de identidade baianos. “Trata-se de um instrumento de gestão, documento orientador para o conjunto de secretarias e órgãos governamentais. É um avanço importante para continuidade do trabalho do Fórum e funcionamento do Sistema Estadual de Promoção da Igualdade Racial”, pontuou.
Durante a reunião foi discutido o processo de cadastramento cultural para a Lei Aldir Blanc, que prevê a implementação de auxílio emergencial aos trabalhadores e às trabalhadoras dos segmentos da cultura, cujo cadastro está em andamento, através do site da Secretaria Estadual de Cultura (Secult). As informações, que foram socializadas pelo diretor do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI/Secult), André Reis, serão repassadas nos municípios, focando nos segmentos da cultura negra e tradicional, a exemplo de comunidades quilombolas, indígenas e terreiros.
Também foi abordada no encontro a carta do Fórum direcionada a pré-candidato(a)s do processo eleitoral deste ano, dos diversos segmentos partidários, visando sensibilizar para uma série de compromissos a serem assumidos pelas futuras gestões municipais na defesa e implementação das politicas de promoção da igualdade racial.
“Mesmo ainda no formato de isolamento social, mantemos ativo este espaço de discussão tão nobre. As pautas que hoje trazemos aqui, sobretudo o Planejamento Estratégico, é fruto do empenho de todas e todos, um trabalho feito a muitas mãos. E seguimos nos desafios e construções das políticas para o povo negro, sem paralisar nossa atuação, apesar das adversidades”, destacou a titular da Sepromi, Fabya Reis.
A secretária falou, ainda, sobre as ações e calendários previstos para o próximo período, incluindo o Novembro Negro e campanhas de sensibilização, iniciativas que, segundo ela, fortalecem os debates, as politicas de enfrentamento ao racismo e valoriza os calendários emblemáticos da luta do povo negro.
A coordenadora executiva de Promoção da Igualdade Racial da Sepromi, Lucy Góes, ressaltou que o planejamento estratégico do Fórum envolveu diretamente 22 territórios de identidade baianos. “Trata-se de um instrumento de gestão, documento orientador para o conjunto de secretarias e órgãos governamentais. É um avanço importante para continuidade do trabalho do Fórum e funcionamento do Sistema Estadual de Promoção da Igualdade Racial”, pontuou.
Durante a reunião foi discutido o processo de cadastramento cultural para a Lei Aldir Blanc, que prevê a implementação de auxílio emergencial aos trabalhadores e às trabalhadoras dos segmentos da cultura, cujo cadastro está em andamento, através do site da Secretaria Estadual de Cultura (Secult). As informações, que foram socializadas pelo diretor do Centro de Culturas Populares e Identitárias (CCPI/Secult), André Reis, serão repassadas nos municípios, focando nos segmentos da cultura negra e tradicional, a exemplo de comunidades quilombolas, indígenas e terreiros.
Também foi abordada no encontro a carta do Fórum direcionada a pré-candidato(a)s do processo eleitoral deste ano, dos diversos segmentos partidários, visando sensibilizar para uma série de compromissos a serem assumidos pelas futuras gestões municipais na defesa e implementação das politicas de promoção da igualdade racial.