29/11/2017
A obra é uma homenagem ao escultor, escritor e supremo sacerdote reconhecido mundialmente pela sua produção artística, intelectual e do seu papel fundamental na preservação da cultura afro-brasileira.
Viabilizado com apoio do edital Agosto da Igualdade 2017, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o documentário “Alápini, A Herança Ancestral de Mestre Didi Asipá” será lançado nesta quinta-feira (30), às 19h30, na Sala Walter da Silveira – Biblioteca dos Barris, em Salvador. Dirigido por Emilio Le Roux, Hans Herold e Silvana Moura – com produção executiva de Djane Moura Cruz – a obra revive a história do sacerdote através de memórias e relatos dos membros do terreiro Asipá e de sua família, pessoas que conviveram bem de perto com ele.
Como artista plástico Mestre Didi difundiu costumes, línguas, estéticas, literatura e mitologia dos povos africanos, principalmente a religião, aprofundando o conhecimento dos alunos sobre as influências dessa cultura na formação nacional brasileira. Em suas obras Mestre Didi manipulou materiais e formas, objetos e retratou entidades sagradas, unindo produção artística e prática religiosa. O documentário foi desenvolvido por meio da parceria entre Governo do Estado, Sociedade Religiosa e Cultural Ilê Asipá e Associação Beneficente Cultural e Carnavalesca Bloco Afro Idará.
Os diretores do filme conheceram Mestre Didi (1917-2013) há alguns anos, começaram a frequentar o Asipá e observaram a sabedoria, elegância e grandeza do sacerdote afro-brasileiro. Incentivados por José Félix dos Santos, neto do escultor, aceitaram o desafio da homenagem.
“Mestre Didi é um dos grandes nomes da cultura brasileira, um sábio, conhecedor profundo do culto aos egungus, do candomblé. Tentamos mostrar esses talentos múltiplos do Mestre: sacerdote, artista, escritor, dramaturgo, educador. É um dos grandes brasileiros do século XX, precisa ser conhecido nesse país. Sua vida é um exemplo. Ele viveu para preservar a herança dos seus ancestrais. Temos que preservar o legado desse ser incrível”, explica a jornalista e diretora Silvana Moura.
A entrada para a sessão de estreia é franca e o evento integra o calendário de atividades do Novembro Negro da Bahia.
Viabilizado com apoio do edital Agosto da Igualdade 2017, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), o documentário “Alápini, A Herança Ancestral de Mestre Didi Asipá” será lançado nesta quinta-feira (30), às 19h30, na Sala Walter da Silveira – Biblioteca dos Barris, em Salvador. Dirigido por Emilio Le Roux, Hans Herold e Silvana Moura – com produção executiva de Djane Moura Cruz – a obra revive a história do sacerdote através de memórias e relatos dos membros do terreiro Asipá e de sua família, pessoas que conviveram bem de perto com ele.
Como artista plástico Mestre Didi difundiu costumes, línguas, estéticas, literatura e mitologia dos povos africanos, principalmente a religião, aprofundando o conhecimento dos alunos sobre as influências dessa cultura na formação nacional brasileira. Em suas obras Mestre Didi manipulou materiais e formas, objetos e retratou entidades sagradas, unindo produção artística e prática religiosa. O documentário foi desenvolvido por meio da parceria entre Governo do Estado, Sociedade Religiosa e Cultural Ilê Asipá e Associação Beneficente Cultural e Carnavalesca Bloco Afro Idará.
Os diretores do filme conheceram Mestre Didi (1917-2013) há alguns anos, começaram a frequentar o Asipá e observaram a sabedoria, elegância e grandeza do sacerdote afro-brasileiro. Incentivados por José Félix dos Santos, neto do escultor, aceitaram o desafio da homenagem.
“Mestre Didi é um dos grandes nomes da cultura brasileira, um sábio, conhecedor profundo do culto aos egungus, do candomblé. Tentamos mostrar esses talentos múltiplos do Mestre: sacerdote, artista, escritor, dramaturgo, educador. É um dos grandes brasileiros do século XX, precisa ser conhecido nesse país. Sua vida é um exemplo. Ele viveu para preservar a herança dos seus ancestrais. Temos que preservar o legado desse ser incrível”, explica a jornalista e diretora Silvana Moura.
A entrada para a sessão de estreia é franca e o evento integra o calendário de atividades do Novembro Negro da Bahia.
Serviço:
Lançamento do documentário "Alápini, A Herança Ancestral de Mestre Didi Asipá".
Local: Sala Walter da Silveira – Biblioteca Pública dos Barris – Rua Gen. Labatut, 27 - Salvador – Bahia.
Data: Quinta-feira (30/11).
Horário: 19h30.
Entrada franca.
Lançamento do documentário "Alápini, A Herança Ancestral de Mestre Didi Asipá".
Local: Sala Walter da Silveira – Biblioteca Pública dos Barris – Rua Gen. Labatut, 27 - Salvador – Bahia.
Data: Quinta-feira (30/11).
Horário: 19h30.
Entrada franca.