08/08/2017
A titular da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, recebeu o antropólogo e sanitarista Altair Lira, presidente da Associação Baiana das Pessoas com Doenças Falciformes (Abadfal). No encontro, ocorrido nesta segunda-feira (7), em Salvador, discutiram políticas inclusivas e de atenção integral à saúde das pessoas portadoras de doenças falciformes, patologia que atinge principalmente a população negra.
Durante a reunião foram traçadas estratégias para potencializar a inserção das pautas levantadas pela Abadfal no âmbito das esferas governamentais, além das universidades e outros setores da sociedade civil, com foco na sensibilização, esclarecimento e visibilidade das questões relacionadas à saúde da população negra. De acordo com a titular da Sepromi, Fabya Reis, uma das primeiras medidas será ampliar a discussão da temática com prefeituras baianas, por meio do Fórum de Gestores Municipais de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, também expandindo para a Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), instâncias coordenadas pela Sepromi.
O objetivo da Sepromi é atuar, em seu caráter de articulação transversal, para fortalecer a inclusão das pessoas com doença falciforme nas políticas públicas e promover o enfrentamento ao racismo institucional que envolve esta questão. Campanhas e ações de formação estão configuradas entre as estratégias para os trabalhos. Também participaram do encontro o ex-assessor do governador Rui Costa, Ivan Alex, juntamente com o ativista do movimento negro, Marcelo do Espírito Santo.
Mais sobre a doença - A doença falciforme está entre aquelas de maior hereditariedade no Brasil. Esta patologia atinge principalmente a população negra. Na Bahia, a incidência é de um caso para cada 650 nascidos vivos, a maior incidência do país. O primeiro relato cientifico no Brasil data de 1910.
A Abadfal - A Abadfal tem 16 anos de fundada e tem, dentre os principais avanços registrados ao longo de sua história, a inserção da temática em caráter multidisciplinar em diversos cursos no âmbito das universidades. É uma organização social sem fins lucrativos e formada por pessoas com a doença, familiares, amigos e profissionais da área de saúde.
Durante a reunião foram traçadas estratégias para potencializar a inserção das pautas levantadas pela Abadfal no âmbito das esferas governamentais, além das universidades e outros setores da sociedade civil, com foco na sensibilização, esclarecimento e visibilidade das questões relacionadas à saúde da população negra. De acordo com a titular da Sepromi, Fabya Reis, uma das primeiras medidas será ampliar a discussão da temática com prefeituras baianas, por meio do Fórum de Gestores Municipais de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, também expandindo para a Comissão Estadual para a Sustentabilidade dos Povos e Comunidades Tradicionais (CESPCT), instâncias coordenadas pela Sepromi.
O objetivo da Sepromi é atuar, em seu caráter de articulação transversal, para fortalecer a inclusão das pessoas com doença falciforme nas políticas públicas e promover o enfrentamento ao racismo institucional que envolve esta questão. Campanhas e ações de formação estão configuradas entre as estratégias para os trabalhos. Também participaram do encontro o ex-assessor do governador Rui Costa, Ivan Alex, juntamente com o ativista do movimento negro, Marcelo do Espírito Santo.
Mais sobre a doença - A doença falciforme está entre aquelas de maior hereditariedade no Brasil. Esta patologia atinge principalmente a população negra. Na Bahia, a incidência é de um caso para cada 650 nascidos vivos, a maior incidência do país. O primeiro relato cientifico no Brasil data de 1910.
A Abadfal - A Abadfal tem 16 anos de fundada e tem, dentre os principais avanços registrados ao longo de sua história, a inserção da temática em caráter multidisciplinar em diversos cursos no âmbito das universidades. É uma organização social sem fins lucrativos e formada por pessoas com a doença, familiares, amigos e profissionais da área de saúde.