Política de combate ao racismo é ampliada para São João de Cruz das Almas

22/06/2019
O tradicional São João de Cruz das Almas, no Recôncavo baiano, conta pela primeira vez com os serviços da Unidade Móvel de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, mantida pelo Governo do Estado, através da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi). A ação “São João sem Racismo”, que também inclui iniciativas de conscientização e de distribuição de material educativo, foi aberta na noite desta sexta-feira (21), com a presença da titular da Sepromi, Fabya Reis, do prefeito Orlando Peixoto Filho (Orlandinho), além de autoridades municipais de diversas áreas e representações da sociedade civil.

O São João sem Racismo é uma parceria com a prefeitura local, que compõe o Fórum de Gestores Municipais de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, e será desenvolvido até este sábado (22), das 19 às 23:30h. A unidade móvel está posicionada na Rua Afrânio Peixoto, nas imediações do palco principal da festa. No equipamento são oferecidas informações, atendimento preventivo e acolhimento de denúncias de violação de direitos nas esferas racial e religiosa.

“No município estratégico do Recôncavo, Cruz das Almas, vamos avançando nas políticas de enfrentamento ao racismo, desta vez integrando esta grande mobilização numa tradicional festa popular da região. Desenvolvemos um trabalho de sensibilização do público, de educação preventiva e ampliamos ainda mais os serviços do Centro Nelson Mandela, através da sua unidade móvel. É um grande esforço e parceria pela defesa dos direitos da população negra, por um São João da igualdade de raça e de gênero”, enfatizou a titular da Sepromi, Fabya Reis.

Presenças - A abertura dos trabalhos também foi prestigiada pela primeira-dama do município, Cilene Pereira; pelo secretário municipal de Políticas Especiais, Pablo Rezende; além do vereador Alemão, outras autoridades e dirigentes de órgãos. Também marcaram presença a vice-presidenta do CDCN, Lindinalva de Paula; equipe de técnicos e as coordenadoras da Sepromi, Lucy Góes e Nairobi Aguiar, da Coordenação Executiva de Promoção da Igualdade Racial (CPIR) e do Centro Nelson Mandela, respectivamente; dentre outros parceiros.