18/09/2017
A Sociedade Protetora dos Desvalidos (SPD) realizou neste domingo (17), em Salvador, o ponto alto das comemorações pelos seus 185 anos, reunindo associados, amigos, representações do movimento negro, de entidades da sociedade civil e do poder público. A programação foi marcada por missa solene, mesa temática e almoço de confraternização, atividades que contaram com a participação da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi).
A SPD é a primeira organização civil negra no Brasil, fundada em 1832, por um grupo de homens livres, com a finalidade de comprar alforrias e promover a formação profissional de ex-escravizados. Atualmente realiza ações para o desenvolvimento e valorização da cultura afro-brasileira com objetivo de empoderamento da população negra, atuando na promoção da igualdade e efetivação de políticas públicas afirmativas.
“Trazemos para a discussão, neste dia, as revoltas negras que marcaram a luta contra o racismo, a desigualdade social e a intolerância religiosa. São pontos de reflexão que renovam a nossa luta cotidiana. A SPD nasceu com o princípio de reafirmação dos direitos humanos ao povo negro. Atuamos, ainda hoje, para que estes direitos sejam respeitados”, disse Lígia Marcarida Gomes, presidenta do diretório administrativo da entidade.
A titular da Secretaria da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, destacou o pioneirismo da SPD na defesa do povo negro, atuação que antecede marcos legais e a institucionalização das políticas reparatórias no país. “É um momento de aprendizado e celebração da luta. A história da SPD se cruza com as lutas negras emblemáticas como a Revolta dos Búzios, Levante dos Malês e tantas outras. Que a coragem e determinação deste trabalho secular continuem firmes na caminhada coletiva”, ressaltou a secretária, compondo a mesa ao lado do presidente Pedro Nascimento, demais dirigentes da instituição e da conferencista do evento, a doutora Wlamyra de Albuquerque.
A SPD é a primeira organização civil negra no Brasil, fundada em 1832, por um grupo de homens livres, com a finalidade de comprar alforrias e promover a formação profissional de ex-escravizados. Atualmente realiza ações para o desenvolvimento e valorização da cultura afro-brasileira com objetivo de empoderamento da população negra, atuando na promoção da igualdade e efetivação de políticas públicas afirmativas.
“Trazemos para a discussão, neste dia, as revoltas negras que marcaram a luta contra o racismo, a desigualdade social e a intolerância religiosa. São pontos de reflexão que renovam a nossa luta cotidiana. A SPD nasceu com o princípio de reafirmação dos direitos humanos ao povo negro. Atuamos, ainda hoje, para que estes direitos sejam respeitados”, disse Lígia Marcarida Gomes, presidenta do diretório administrativo da entidade.
A titular da Secretaria da Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), Fabya Reis, destacou o pioneirismo da SPD na defesa do povo negro, atuação que antecede marcos legais e a institucionalização das políticas reparatórias no país. “É um momento de aprendizado e celebração da luta. A história da SPD se cruza com as lutas negras emblemáticas como a Revolta dos Búzios, Levante dos Malês e tantas outras. Que a coragem e determinação deste trabalho secular continuem firmes na caminhada coletiva”, ressaltou a secretária, compondo a mesa ao lado do presidente Pedro Nascimento, demais dirigentes da instituição e da conferencista do evento, a doutora Wlamyra de Albuquerque.