21/04/2018
A ação “Micareta sem Racismo” prossegue no primeiro carnaval fora de época da Bahia, em Feira de Santana. A iniciativa, desenvolvida pelo Governo do Estado, Prefeitura Municipal e outros órgãos locais e estaduais, tem o objetivo de valorizar a diversidade étnico-racial na festa, também recepcionando denúncias de violações de direito contra a população negra. As atividades foram abertas na última quinta-feira (21) e já estão contabilizadas 178 abordagens no circuito Maneca Ferreira, em caráter de sensibilização e monitoramento.
“O racismo é um fenômeno histórico e, lamentavelmente, estrutura as relações na sociedade. Ocorre das mais variadas formas e as festas populares não estão fora deste contexto. Por isso é fundamental a nossa vigilância e atuação permanente. Trata-se de política pública para o enfrentamento a esta problemática e atenção às vítimas”, destacou a coordenadora do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, Nairobi Aguiar.
Até este domingo (22), além das abordagens nas ruas para alcançar foliões, cordeiros, trabalhadores ambulantes, dentre outros públicos, o serviço também dispõe de uma unidade móvel instalada na Avenida Presidente Dutra, em frente à antiga DIREC.
Parcerias - O serviço é uma iniciativa cooperada entre a Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), através do Departamento de Promoção da Igualdade de Gênero, Racial e de Juventude. A Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa da Bahia também estará articulada na execução do serviço, bem como um conjunto de parceiros da sociedade civil e de poder público.
“O racismo é um fenômeno histórico e, lamentavelmente, estrutura as relações na sociedade. Ocorre das mais variadas formas e as festas populares não estão fora deste contexto. Por isso é fundamental a nossa vigilância e atuação permanente. Trata-se de política pública para o enfrentamento a esta problemática e atenção às vítimas”, destacou a coordenadora do Centro de Referência de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa Nelson Mandela, Nairobi Aguiar.
Até este domingo (22), além das abordagens nas ruas para alcançar foliões, cordeiros, trabalhadores ambulantes, dentre outros públicos, o serviço também dispõe de uma unidade móvel instalada na Avenida Presidente Dutra, em frente à antiga DIREC.
Parcerias - O serviço é uma iniciativa cooperada entre a Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), através do Departamento de Promoção da Igualdade de Gênero, Racial e de Juventude. A Rede de Combate ao Racismo e à Intolerância Religiosa da Bahia também estará articulada na execução do serviço, bem como um conjunto de parceiros da sociedade civil e de poder público.