19/04/2019
A construção de unidades habitacionais em quilombos da Bahia, desenvolvidas numa parceria entre as secretarias de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi) e de Desenvolvimento Rural (SDR), segue avançando nos diversos municípios contemplados, ação que materializa a Política Estadual para o Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Ao longo desta semana, uma série de visitas técnicas foi realizada nos municípios de Araças, Aramari e Alagoinhas.
As obras executadas nos municípios, localizados no território Litoral Norte e Agreste Baiano, foram vistoriadas pelo coordenador executivo de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues. Além de visitar as casas, ele participou de reuniões nas comunidades atendidas, juntamente com lideranças, beneficiários, técnicos, representantes da SDR e dos poderes públicos locais.
Somente nas comunidades de Cangula e Catuzinho, em Alagoinhas, está sendo investido R$ 1,8 milhão, com a construção de 40 casas, obras que já estão 70% concluídas. A previsão entregar os imóveis no próximo mês de maio. A previsão é aplicar no território na ordem de R$ 4,3 milhões, também incluindo o município de Entre Rios.
As unidades habitacionais possuem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e varanda, com proporção de 44,7 metros quadrados. Além disso, as famílias serão atendidas com energia elétrica e equipamento para solução hídrica, através de cisterna de placa. Em paralelo está sendo realizado o Projeto de Trabalho Técnico Social, cujo objetivo é melhorar a organização da população beneficiada no empreendimento e contribuir com a geração de renda. São desenvolvidas palestras que abordam temas relativos à saúde, reutilização de dejetos, associativismo e cooperativismo.
Cooperação viabiliza as obras - A implantação das unidades habitacionais faz parte de uma ação transversal do Governo do Estado, viabilizada por meio de contrato entre Sepromi, SDR e Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), sob execução da Cooperativa de Habitação Rural da Bahia (Coopehabitar). Para esta cooperação foram alocados R$ 10,2 milhões, recursos oriundos do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.
O projeto prevê a construção total de 220 casas em comunidades quilombolas dos municípios de Alagoinhas, Entre Rios, Aramari, Araças (Território Litoral Norte e Agreste Baiano); Serra do Ramalho (Território Velho Chico); Caetité (Sertão Produtivo); e Cachoeira (Recôncavo).
As obras executadas nos municípios, localizados no território Litoral Norte e Agreste Baiano, foram vistoriadas pelo coordenador executivo de Políticas para Povos e Comunidades Tradicionais da Sepromi, Cláudio Rodrigues. Além de visitar as casas, ele participou de reuniões nas comunidades atendidas, juntamente com lideranças, beneficiários, técnicos, representantes da SDR e dos poderes públicos locais.
Somente nas comunidades de Cangula e Catuzinho, em Alagoinhas, está sendo investido R$ 1,8 milhão, com a construção de 40 casas, obras que já estão 70% concluídas. A previsão entregar os imóveis no próximo mês de maio. A previsão é aplicar no território na ordem de R$ 4,3 milhões, também incluindo o município de Entre Rios.
As unidades habitacionais possuem dois quartos, sala, cozinha, banheiro e varanda, com proporção de 44,7 metros quadrados. Além disso, as famílias serão atendidas com energia elétrica e equipamento para solução hídrica, através de cisterna de placa. Em paralelo está sendo realizado o Projeto de Trabalho Técnico Social, cujo objetivo é melhorar a organização da população beneficiada no empreendimento e contribuir com a geração de renda. São desenvolvidas palestras que abordam temas relativos à saúde, reutilização de dejetos, associativismo e cooperativismo.
Cooperação viabiliza as obras - A implantação das unidades habitacionais faz parte de uma ação transversal do Governo do Estado, viabilizada por meio de contrato entre Sepromi, SDR e Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), sob execução da Cooperativa de Habitação Rural da Bahia (Coopehabitar). Para esta cooperação foram alocados R$ 10,2 milhões, recursos oriundos do Estatuto da Igualdade Racial e de Combate à Intolerância Religiosa.
O projeto prevê a construção total de 220 casas em comunidades quilombolas dos municípios de Alagoinhas, Entre Rios, Aramari, Araças (Território Litoral Norte e Agreste Baiano); Serra do Ramalho (Território Velho Chico); Caetité (Sertão Produtivo); e Cachoeira (Recôncavo).