28/01/2021
A série, exibida no Canal Futura, propõe um mergulho na cultura afro-brasileira a partir da trajetória de treze importantes sacerdotes e seus terreiros. Àgbára Dúdú foi construída pelo povo de axé dentro das casas de candomblé, polos culturais fundamentais na formação da sociedade brasileira. O egbé, a comunidade-terreiro é o fio condutor da narrativa. Através das memórias, visões de mundo e enunciados apresentados pelos filhos de santo, tecem-se as narrativas da série.
São histórias de luta e defesa dos terreiros de candomblé como potentes espaços de construção política, identitária, de cidadania, acima de tudo, de humanidades e ancestralidades. Esses espaços sobrevivem diante da nuvem tenebrosa instalada no Brasil, que se disfarça de cristianismo, e extermina diferenças em nome de um suposto Deus. Por isso, Agbára Dúdú não é (só) uma série. É uma continuidade afetiva e política.
Com criação e direção de Silvana Moura e realização Truque Cinema e Vídeo, a série está entre os conteúdos mais vistos da plataforma www.futuraplay.org .
São histórias de luta e defesa dos terreiros de candomblé como potentes espaços de construção política, identitária, de cidadania, acima de tudo, de humanidades e ancestralidades. Esses espaços sobrevivem diante da nuvem tenebrosa instalada no Brasil, que se disfarça de cristianismo, e extermina diferenças em nome de um suposto Deus. Por isso, Agbára Dúdú não é (só) uma série. É uma continuidade afetiva e política.
Com criação e direção de Silvana Moura e realização Truque Cinema e Vídeo, a série está entre os conteúdos mais vistos da plataforma www.futuraplay.org .
Programação:
29/01: Mãe Menininha do Gantois
05/2: Tia Massi da Casa Branca
12/2: Mãe Senhora do Afonjá
Sexta, 22h
Domingo, 18h
Terça, 16:30
No Canal Futura
Disponível gratuitamente pelo futuraplay.org