Os servidores(as) da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades se encontram na roda de conversa Respeito às Diversidades Religiosas, na manhã de hoje(31). Em busca da possibilidade de viver com todas as diferenças religiosas sem divisão, preconceito, ódio e racismo, o grupo participou da formação e pôde compreender a relevância do combate à intolerância religiosa, a partir do comprometimento coletivo de representantes de diferentes tradições.
O respeito à diversidade religiosa é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, por isso reconhecer e valorizar as diferentes crenças contribui para a redução de preconceitos e discriminações. “Nós precisamos sentar didaticamente e oportunizar outra percepção, como uma ação de educar todas as pessoas quanto a necessidade e importância de vivermos em harmonia. Assim, com informação, influenciamos no combate a estas intolerâncias tão enraizadas na nossa sociedade”, trouxe Renata Tupinambá, Cacique Indígena.
O evento contou com a presença de líderes religiosos diversos, dentre elas(es) Renata Tupinambá - Cacique Indígena, Sheik Abdul Almad - Líder espiritual da comunidade muçulmana baiana, Padre Lázaro Muniz, Pastora Camila Oliver - Igreja Batista de Nazareth, Iyá Márcia de Ogum - Ialorixá e integrante da Rede Nacional de Religiões Afro-Brasileiras e Saúde (RENAFRO), Gabriel Filho - Líder da comunidade Bahá’i, Josemar Sales - Comunidade Hare Krishna, Mãe Mônica - Centro de Umbanda Paz e Justiça, e Ivan Cezar - Centro Espírita Lar João Batista.
Mediada pelo Coordenador Executivo da Superintendência de Povos e Comunidades Tradicionais, Thiago Henrique, o diálogo teve como horizonte ações concretas que promovem a igualdade e o reconhecimento das diferentes expressões de fé, destacando a importância da convivência inter-religiosa para o fomento de um mundo mais harmônico e inclusivo.
“A unicidade de Deus, é a unicidade da humanidade. Devemos cuidar da nossa casa e apreciar o sagrado que encontramos em cada religião com interesse real de nos vermos refletidos uns nos outros”, afirmou Gabriel Filho, líder da comunidade Bahá’i.