Roda de diálogo discute impactos do racismo na saúde mental da população negra, no dia 10/09, às 14h, na Sepromi

08/09/2025
Foto por Pedro Moraes
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Foto por Pedro Moraes

Nesta quarta-feira(10), a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial e dos Povos e Comunidades Tradicionais (Sepromi) realiza a roda de diálogo  “A saúde mental, redes de apoio e estratégias de enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa”, no auditório Herói dos Búzios, localizado na sede da Secretária (3º andar), às 14h.

Promovida pelo Núcleo de Psicologia do Centro de Referência Nelson Mandela (CRNM), a atividade integra a campanha de valorização da vida “Setembro Amarelo”.

O momento começa com uma ambientação musical e tem o objetivo de debater os impactos do racismo na saúde mental da população negra, além de fortalecer redes de apoio à esta população e reafirmar o compromisso com a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra  (Portaria nº 992/2009 e Decreto nº 14.720/2013).

A palestra fica por conta do psicólogo Jarlan Miranda,  professor do curso de Psicologia da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), doutorando e mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), e conta com falas das técnicas de Psicologia do CRNM, que compartilharão vivências do atendimento cotidiano. A programação do encontro também terá a participação de Jamille Santana, que abordará o tema “O impacto do trabalho na saúde mental”, com base na NR 001 e Portaria SEPRT nº 6.730/2020. Formada em Recursos Humanos e 
Pós Graduada em Gestão de Pessoas e Gestão Trabalhista e Previdenciária, Jamille está, também, coordenadora de Gente e Gestão nos Recursos Humanos da Sepromi.

A ação é voltada prioritariamente aos assistidos pelo CRNM – atualmente com 22 pessoas acompanhadas pelo Núcleo de Psicologia, mas também é aberta ao público interno da Sepromi, além de estudantes de Psicologia da Uneb, integrantes da Liga Acadêmica de Psicologia e Pesquisa Negras e demais interessados.

A iniciativa se soma a um conjunto de ações continuadas desenvolvidas pelo Centro de Referência no campo da saúde mental e do combate às opressões estruturais,ao racismo institucional e à intolerância religiosa.