01/06/2012
O primeiro leilão promovido pela Secretaria da Administração do Estado (Saeb) em 2012 atraiu 245 interessados nos 260 lotes de móveis, materiais hospitalares, sucata ferrosa, material de informática, sucata de veículos e veículos sem condições de uso. A arrecadação superou a expectativa inicial de R$ 569 mil e atingiu os R$ 1,4 milhão. O lote mais caro foi de sucata ferrosa, arrematado por R$ 44 mil, e o mais barato com diversos bens móveis, vendida por apenas R$ 600.
Além dos veículos e materiais armazenados no Almoxarifado Central, local do leilão, os lotes localizados no 7º Batalhão da Polícia Militar, em Irecê e no 13º Batalhão da Polícia Militar, em Teixeira de Freitas também foram bastante concorridos. Parte da receita será destinada à aquisição de novos veículos para o Estado e o restante será depositado na Conta Única do Tesouro Estadual. O redirecionamento da receita para renovação de itens da administração pública atende às diretrizes do programa de qualificação do gasto público - Compromisso Bahia, que combate o desperdício na máquina administrativa, reinvestindo os valores economizados no reaparelhamento da estrutura administrativa.
Erondi Araújo veio de Caruaru, em Pernambuco, em busca de boas oportunidades para o seu comércio de sucata. “Separei uns quatro lotes do meu interesse”, diz Erondi, que estimava gastar entre R$ 30 e 40 mil. Mas, nem todos os que procuram o leilão estão interessados em revender. Leonardo Mota é motorista e, pela primeira vez num leilão, tentava adquirir um carro próprio para substituir a moto que hoje lhe serve de transporte. “Os preços valem à pena, por enquanto estou observando pra escolher um lote”, revela Leonardo.
Outros aguardam pelos lotes de materiais e equipamentos. João Luiz Ramos tem uma loja de manutenção de ar condicionado e veio atrás de equipamentos sucateados para aumentar seu estoque. “Quando o cliente deixa o ar pra consertar eu empresto um recuperado pra ele não ficar sem o equipamento”, diz João. Sandra Fernandes, dona de uma revenda de móveis de escritório, vê nas sucatas do leilão um bom negócio. “A depender dos lotes disponíveis, dá pra recuperar os móveis e ter um bom lucro”, diz Sandra.
Cabe à Saeb alienar os bens desativados do Estado, conforme artigo 7º do Decreto nº 9.461 de 20 de junho de 2005 - embora unidades da administração indireta possam fazer leilão. Os bens são considerados inservíveis quando o custo de manutenção e conserto é mais caro para o Estado do que investir na compra de um novo bem.
Fonte: Ascom - SaebAlém dos veículos e materiais armazenados no Almoxarifado Central, local do leilão, os lotes localizados no 7º Batalhão da Polícia Militar, em Irecê e no 13º Batalhão da Polícia Militar, em Teixeira de Freitas também foram bastante concorridos. Parte da receita será destinada à aquisição de novos veículos para o Estado e o restante será depositado na Conta Única do Tesouro Estadual. O redirecionamento da receita para renovação de itens da administração pública atende às diretrizes do programa de qualificação do gasto público - Compromisso Bahia, que combate o desperdício na máquina administrativa, reinvestindo os valores economizados no reaparelhamento da estrutura administrativa.
Erondi Araújo veio de Caruaru, em Pernambuco, em busca de boas oportunidades para o seu comércio de sucata. “Separei uns quatro lotes do meu interesse”, diz Erondi, que estimava gastar entre R$ 30 e 40 mil. Mas, nem todos os que procuram o leilão estão interessados em revender. Leonardo Mota é motorista e, pela primeira vez num leilão, tentava adquirir um carro próprio para substituir a moto que hoje lhe serve de transporte. “Os preços valem à pena, por enquanto estou observando pra escolher um lote”, revela Leonardo.
Outros aguardam pelos lotes de materiais e equipamentos. João Luiz Ramos tem uma loja de manutenção de ar condicionado e veio atrás de equipamentos sucateados para aumentar seu estoque. “Quando o cliente deixa o ar pra consertar eu empresto um recuperado pra ele não ficar sem o equipamento”, diz João. Sandra Fernandes, dona de uma revenda de móveis de escritório, vê nas sucatas do leilão um bom negócio. “A depender dos lotes disponíveis, dá pra recuperar os móveis e ter um bom lucro”, diz Sandra.
Cabe à Saeb alienar os bens desativados do Estado, conforme artigo 7º do Decreto nº 9.461 de 20 de junho de 2005 - embora unidades da administração indireta possam fazer leilão. Os bens são considerados inservíveis quando o custo de manutenção e conserto é mais caro para o Estado do que investir na compra de um novo bem.