20/04/2016
Até a próxima quarta-feira (27.04), um caminhão da empresa Ivomax Serviços Ambientais estará percorrendo unidades do serviço público estadual e federal para recolher lâmpadas fluorescentes de descarga queimada, viabilizando o seu descarte correto e o reaproveitamento de parte da sua matéria-prima. A expectativa da operação – que integra o Programa Recicle Já Bahia, mantido pela Superintendência de Patrimônio (Supat) da Secretaria de Administração do Estado da Bahia (Saeb) - é viabilizar a coleta de cerca de 11 mil lâmpadas em 55 unidades situadas no Centro Administrativo da Bahia (CAB).
O trabalho foi iniciado na última segunda (18.04), com uma operação no prédio do CAB que abriga a Saeb e a Secretaria de Emprego, Trabalho, Renda e Esporte (Setre). No mesmo caminhão utilizado para o transporte, é realizado o processo de descaracterização. A técnica consiste em destruir as lâmpadas fluorescentes - separando o mercúrio e os metais pesados presentes em seu interior - do vidro e do alumínio, que são revendidos para indústrias e utilizados no processo de fabricação de cimento.
Resíduo tóxico - “Quando intacta, a lâmpada fluorescente não oferece risco, mas, ao ser rompida, ela libera vapores tóxicos nocivos ao ser humano; por isso é fundamental que o material tenha um armazenamento e descarte adequados”, alerta a coordenadora do programa Recicle Já Bahia, Vanuza Gazar (Supat/Saeb).
Vanuza explica ainda que o resíduo é classificado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) como de risco potencial ao meio ambiente e à saúde pública. Por isso, seu descarte indevido é considerado crime ambiental. No CAB, as lâmpadas fluorescentes são descartadas separadamente dos rejeitos e materiais recicláveis desde 2006. Só no ano passado, aproximadamente 20 mil lâmpadas foram coletadas e submetidas ao processo de descaracterização.
Vanuza explica ainda que o resíduo é classificado pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) como de risco potencial ao meio ambiente e à saúde pública. Por isso, seu descarte indevido é considerado crime ambiental. No CAB, as lâmpadas fluorescentes são descartadas separadamente dos rejeitos e materiais recicláveis desde 2006. Só no ano passado, aproximadamente 20 mil lâmpadas foram coletadas e submetidas ao processo de descaracterização.
Fonte
Ascom - Saeb