15/04/2015
Acontece nesta sexta-feira (17) o primeiro leilão de bens móveis do Estado em 2015. Promovido pela Secretaria da Administração (Saeb), o evento será realizado em Salvador, a partir das 9h, no auditório Itapuã do Hotel Vilamar, situado na Avenida Amaralina, 111. Estarão disponíveis para alienação móveis, veículos, sucatas, maquinários, equipamentos eletrônicos e hospitalares, que têm expectativa inicial de arrecadação em quase R$ 1 milhão.
Os interessados poderão conferir os lotes até amanhã (16) em cinco locais de visitação situados em Salvador, Feira de Santana, Guanambi e Brasília, abertos das 9h às 17h. Na capital, os itens do leilão estão abrigados na sede do Almoxarifado Central do Estado, na Rua Carlos Brandão da Silva, bairro da Mata Escura. Em Feira de Santana, a visitação acontece no Galpão da BR 116, no KM 5 da Rodovia Rio-Bahia.
Já o município de Guanambi vai abrigar dois locais de visitação: o Colégio Estadual Governador Luiz Viana Filho, na Praça Manoel Novaes, 324, Centro, e no 17º Batalhão da Polícia Militar, na Avenida Benvindo Dias, s/n, bairro da Alvorada. Por último, em Brasília, os itens estão disponíveis no Escritório de Representação no SAS, quadra 5, lote 8, Bloco E, Edifício Ministério Público Federal, 5º andar, Asa Sul.
O lote mais barato, composto de diversos bens móveis, custa R$ 100 e está situado em Brasília. Já o lote mais caro, um ônibus VW, abrigado no Almoxarifado Central, tem lance inicial estimado em R$ 12 mil. Mais informações sobre o leilão podem ser obtidas nos portais www.comprasnet.ba.gov.br e www.leiloesjudiciais.com.br ou pelos telefones (71) 3115-3191 / 8614.
Os leilões do Estado integram as ações para a qualificação do gasto público com o objetivo de combater o desperdício na máquina estadual, investindo os valores economizados no reaparelhamento da estrutura administrativa. A receita obtida com a venda dos bens irá para a conta única do Tesouro Estadual.
Cabe à Saeb alienar os bens desativados do Estado, conforme artigo 7º do Decreto nº 9.461 de 20 de junho de 2005 - embora unidades da administração indireta também possam realizar leilões. Os bens são considerados inservíveis quando o custo de manutenção é mais caro para o Estado do que investir na compra de um novo bem.
Fonte: Ascom - Saeb