Servidores do Planserv recebem orientações sobre câncer de mama

21/10/2011
Palestra proferida pelo mastologista Reynaldo Rocha N. Júnior, coordenador-médico do Planserv, nesta quinta-feira (20), na sede do órgão, explorou o tema de forma didática
O que é o câncer de mama? Como ele se desenvolve? Como fazer o autoexame? Por que é importante detectar a doença em seu estágio inicial? Essas e outras questões foram debatidas, na manha desta quinta-feira, 20, durante palestra proferida pelo doutor Reynaldo Rocha N. Júnior, coordenador-médico do Planserv. O evento foi realizado na sede do órgão, reunindo dezenas de servidores, sobretudo mulheres.
O câncer de mama, como explicou o mastologista, é o mais comum entre as mulheres, e responde por 22% dos novos casos de câncer a cada ano. “É o de maior prevalência depois do câncer de pulmão. Mas, se diagnosticado e tratado oportunamente, o prognóstico é relativamente bom”, afirmou o especialista.
Somente no ano passado, foram registrados cerca de 50 mil novos casos da enfermidade no país. Em todo o mundo, mais de 1 milhão de casos são diagnosticados por ano. Na avaliação de doutor Reynaldo Júnior, as taxas de mortalidade por câncer de mama continuam elevadas no Brasil porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Em 2008, foram registradas quase 12 mil mortes no país.
Autoexame – Com a ajuda da Mamamiga – modelo de mama estilizada com espuma e cobertura de silicone –, o coordenador-médico do Planserv ensinou aos servidores como fazer o autoexame. “As mulheres devem procurar alterações no contorno dos mamilos, verificar se estão retraídos, com deformidades ou inchaços, vasculhar a presença de caroços nas mamas e axilas, além de saliências ou reentrâncias na pele”, orientou.
Além do autoexame, que deve ser feito a partir dos 20 anos e após o período menstrual, ele ressaltou a importância de a mulher consultar o especialista sempre que detectar alguma anormalidade nas mamas. “As chances de cura são maiores no estágio inicial. A detecção precoce é fundamental”, salientou.

O médico pontuou também que a mudança no estilo de vida pode reduzir as chances de uma pessoa contrair a doença. Em outras palavras, é preciso comer alimentos como frutas e verduras, evitar o consumo de bebidas alcoólicas, não fumar e praticar exercícios físicos regularmente.

Fonte: Ascom - Saeb