Saeb discute ações de combate ao Aedes aegypti no CAB

05/04/2016
As instruções normativas 006 e 007 – publicadas pela Secretaria da Administração do Estado (Saeb) no Diário Oficial do último dia 2 de abril – integraram as atividades do evento Ações de combate ao mosquito Aedes aegypti, promovido pela secretaria na manhã desta terça-feira (5). Voltado para dirigentes das unidades administrativas situadas no Centro Administrativo da Bahia (CAB), o encontro ainda discutiu a origem do mosquito até sua situação atual como transmissor da Dengue, Chykungunya e Zika, as consequências deste novo quadro e as ações de enfrentamento do estado.

“Precisamos da mobilização de todos em torno desta problemática, pois todos são importantes para o desenvolvimento destas ações de enfrentamento. Eu fico muito satisfeito de encontrar aqui no Tribunal de Justiça, gestores e servidores com esta mesma percepção, bem como na Superintendência de Patrimônio da União e demais parceiros. A Secretaria da Administração integra esta luta”, ponderou o secretário da Administração, Edelvino Góes na abertura do evento, após a fala da desembargadora Maria da Purificação Silva, que representou a presidente do TJ/BA, Maria do Socorro Santiago.

O subsecretário da Saúde, Roberto Badaró, apresentou um histórico sobre o Aedes aegypti, desde a sua descoberta no século XVII e evolução ao longo da história. Além disso, abordou as questões mais sensíveis sobre a tríplice endemia, como a Síndrome de Guillain-Barré e a microcefalia, e as ações de combate às endemias e de apoio às famílias baianas em todo o território baiano.

Instruções normativas - Publicadas no Diário Oficial do último dia 2, as instruções trazem regramento sobre o recolhimento de resíduos sólidos e a manutenção das áreas verdes. Estas determinações integram o plano da Superintendência de Patrimônio (Supat) de combate ao mosquito da Dengue, que vai envolver diretores administrativos e gerais, membros dos Ecotimes (grupo de servidores que acompanham periodicamente o consumo de água e energia nas unidades do CAB) e outros atores. Entre estas ações também incluem faxinaço nas unidades administrativas e no entorno do CAB, vistorias nas unidades prediais, limpeza de áreas de preservação ambiental, ações de sensibilização e treinamento das equipes terceirizadas.

Além disso, a Supat apresentou as diretrizes da gestão por resultados adotada pela superintendência, criada durante a reforma administrativa do ano passado. Em linhas gerais, serão valorizadas ações de qualificação do gasto, revitalização e conservação do patrimônio, regularização predial, estreitamento da relação de pertencimento dos servidores aos imóveis do Estado, padronização da comunicação visual nos órgãos, notificação dos gestores pelo cumprimento ou não de suas responsabilidades e o reconhecimento das unidades administrativas mais atuantes, entre outros.

Diante do exposto, a superintendente de Patrimônio, Juliana Cavalcanti, fez a defesa de um trabalho colaborativo – tanto para a valorização do patrimônio quanto no combate ao Aedes aegypti. “Nosso sucesso está pautado em uma gestão colaborativa. Não adianta a Supat imprimir todos os esforços em um imóvel, pois é aquela unidade que tem condições de intervir naquele imóvel. Nossa competência, se identificamos um foco, é acionar aquela secretaria para que possa intervir. Nós somos parceiros e atuamos conjuntamente. Daí é que vem a necessidade da gestão colaborativa entre as ações da Supat e dos gestores prediais, só assim conseguiremos realmente obter êxito no combate ao mosquito”.

Realizado no auditório do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), o evento ainda contou com o apoio da Universidade Corporativa do Tribunal de Justiça e da Superintendência de Patrimônio da União (SPU), com o objetivo de visa sensibilizar as equipes e estimular a adesão às ações de combate ao inseto transmissor da Dengue, Chykungunya e Zika. O evento ainda teve a participação da equipe técnica da Supat e do economista Elias Sampaio, da Superintendência do Patrimônio da União (SPU), que relatou a experiência da União no combate ao Aedes aegypti em suas instalações prediais.


Fonte
Ascom - Saeb