02/06/2016

Foto: Ascom/Ibametro
Na última segunda-feira, 30 de maio, o Ibametro participou de uma banca examinadora com professores da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (UFBA), para avaliar dois trabalhos de conclusão de curso na área de Engenharia de Produção, com a temática do Consumo Seguro. Participaram da banca pelo Instituto, o coordenador da Rede Consumo Seguro e Saúde-Bahia, Gustavo Figueiredo, e pela Politécnica os professores, Adonias Magdiel e Ângelo Márcio Sant’ana.
O Diretor-geral do órgão, Luiz Freire, reconhece a importância da ampliação do debate sobre o tema nas universidades baianas. “Acreditamos que atingimos um novo marco em nossa articulação no campo da pesquisa científica do fenômeno social denominado acidente de consumo. Com esses estudos, o tema ganha corpo dentro da comunidade universitária e as ferramentas apresentadas contribuirão para o aperfeiçoamento do enfrentamento a este problema de alta relevância para sociedade”, destacou o gestor.
O primeiro trabalho foi apresentado pela formanda Juliana Nogueira, intitulado “Classificação das unidades federativas brasileiras de acordo com seus perfis de índices de acidentes de consumo,” tendo como objetivo analisar os dados obtidos pelo Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac). O estudo consistiu em classificar os diversos níveis de gravidade em determinados produtos e/ou serviços, alertando para acidentes com medicamentos e outros produtos da área de saúde, produtos infantis, químicos, além de ocorrências com veículos automotivos e seus acessórios, considerados como extremamente graves. A estudante sugere ações preventivas e redutoras dos acidentes de consumo. “Estas ações devem considerar os riscos relativos de cada família de produtos para melhor direcionamento e alcance dos resultados”.
O outro trabalho foi defendido pela formanda do mesmo curso, Melissa Guimarães, que investigou o perfil dos estudantes da Escola Politécnica da UFBA, observando seu nível de percepção, conscientização e comportamento quanto aos acidentes de consumo dentro do ambiente domiciliar. Os resultados da pesquisa revelaram que, mesmo entre um público com formação em nível superior e em uma área inclinada ao desenvolvimento e segurança de produtos e serviços, a maioria desconhecia a temática e a existência do sistema de registros pelo Inmetro. De acordo com os dados apresentados pela estudante, 97,8% dos entrevistados não fizeram nenhum tipo de registro junto aos órgãos de defesa do consumidor, ou até mesmo relataram para os fabricantes as ocorrências.
Ambos os trabalhos foram aprovados pela banca examinadora. "O Ibametro vai encaminhá-los para o Inmetro e todos os membros da Rede, visando aperfeiçoar o enfrentamento aos acidentes de consumo", afirmou o coordenador da Rede na Bahia, Gustavo Figueiredo.
O Diretor-geral do órgão, Luiz Freire, reconhece a importância da ampliação do debate sobre o tema nas universidades baianas. “Acreditamos que atingimos um novo marco em nossa articulação no campo da pesquisa científica do fenômeno social denominado acidente de consumo. Com esses estudos, o tema ganha corpo dentro da comunidade universitária e as ferramentas apresentadas contribuirão para o aperfeiçoamento do enfrentamento a este problema de alta relevância para sociedade”, destacou o gestor.
O primeiro trabalho foi apresentado pela formanda Juliana Nogueira, intitulado “Classificação das unidades federativas brasileiras de acordo com seus perfis de índices de acidentes de consumo,” tendo como objetivo analisar os dados obtidos pelo Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac). O estudo consistiu em classificar os diversos níveis de gravidade em determinados produtos e/ou serviços, alertando para acidentes com medicamentos e outros produtos da área de saúde, produtos infantis, químicos, além de ocorrências com veículos automotivos e seus acessórios, considerados como extremamente graves. A estudante sugere ações preventivas e redutoras dos acidentes de consumo. “Estas ações devem considerar os riscos relativos de cada família de produtos para melhor direcionamento e alcance dos resultados”.
O outro trabalho foi defendido pela formanda do mesmo curso, Melissa Guimarães, que investigou o perfil dos estudantes da Escola Politécnica da UFBA, observando seu nível de percepção, conscientização e comportamento quanto aos acidentes de consumo dentro do ambiente domiciliar. Os resultados da pesquisa revelaram que, mesmo entre um público com formação em nível superior e em uma área inclinada ao desenvolvimento e segurança de produtos e serviços, a maioria desconhecia a temática e a existência do sistema de registros pelo Inmetro. De acordo com os dados apresentados pela estudante, 97,8% dos entrevistados não fizeram nenhum tipo de registro junto aos órgãos de defesa do consumidor, ou até mesmo relataram para os fabricantes as ocorrências.
Ambos os trabalhos foram aprovados pela banca examinadora. "O Ibametro vai encaminhá-los para o Inmetro e todos os membros da Rede, visando aperfeiçoar o enfrentamento aos acidentes de consumo", afirmou o coordenador da Rede na Bahia, Gustavo Figueiredo.
Fonte
Ascom Ibametro