13/04/2017

De um total de 95 cronotacógrafos fiscalizados, 29 instrumentos foram reprovados por não estarem funcionando conforme as normas estabelecidas pelo Inmetro. Outros 66 equipamentos foram aprovados.
A ação foi coordenada pela Agência Regional do órgão, sediada em Itabuna, comandada pelo gestor Galileu Santos Oliveira e contou com o trabalho técnico da metrologista Amanda Emanuelle. A fiscalização teve o apoio fundamental da Polícia Militar Rodoviária.
O diretor-geral do Ibametro, Randerson Leal, destaca a importância da fiscalização para uma maior segurança nas vias públicas, contribuindo para a redução de acidentes. “O cronotacógrafo é o instrumento principal para a perícia de acidentes de trânsito, funcionando como uma “caixa preta” na detecção de causas e apurando responsabilidades. Isso porque o instrumento de medição registra a velocidade, o tempo e a distância percorrida pelo automóvel durante o deslocamento, sendo uma peça fundamental na investigação”, explica o gestor.
O Código de Trânsito Brasileiro determina o uso obrigatório do cronotacógrafo para os veículos que fazem transporte escolar, transporte de passageiros com mais de dez lugares e os de carga com peso brutal total superior a quatro mil, quinhentos e trinta e seis quilogramas. Os veículos de grande porte são os que mais estão ligados as estatísticas de acidentes com morte nas estradas do Brasil.
Fonte
Ascom – Ibametro