Conselho de Segurança Alimentar elege colegiado para o biênio 2016/2018

10/12/2015
Representantes do poder público e da sociedade civil realizaram, nessa quinta-feira (10), plenária de eleição para conselheiros e presidência do Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional da Bahia (Consea-BA) e do novo presidente, que ficará à frente das atividades realizadas pelo órgão durante o biênio 2016/2018. O evento contou com a participação do secretário de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (Justiça Social), Geraldo Reis, da superintendente de Inclusão e Segurança Alimentar, Rose Pondé, do presidente do Consea, Naidson Batista, e representantes das entidades que integram o Conselho. 

O novo colegiado foi escolhido de acordo com os critérios para composição do Consea-BA, que foram aprovados na 4ª Cesan realizada em 2011. Para o secretário de Justiça Social, “a participação popular é muito importante na construção das políticas públicas, além de ser uma forma para dar visibilidade aos movimentos sociais, que ficaram historicamente às margens das ações de governo”. 

De acordo com o regimento, é necessário que as entidades tenham organização de abrangência territorial, participação no processo de construção da segurança alimentar e nutricional, representatividades de segmentos sociais, atuação no apoio ao acesso à terra e regularização fundiária, transversalidade em educação, agroecologia, educação ambiental e saúde, além de trabalharem com os temas: gênero, etnia, raça, necessidades especiais, povos e comunidades tradicionais, criança e adolescentes. 

Durante o biênio 2016/2018, o Consea-BA ficará sob a presidência do técnico agrícola José Moacir dos Santos, coordenador de eixos do Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada (IRPAA), organizaçãonão-governamental sediada em Juazeiro, na Bahia, que, há mais de 20 anos, desenvolve ações para convivência com o semiárido. Em seu discurso de posse, o novo presidente do Consea agradeceu ao apoio e falou sobre algumas temáticas que podem ser discutidas na próxima gestão, a exemplo do uso sustentável da terra e da água e o debate sobre a utilização de aviões para a disseminação de agrotóxicos em plantações nas regiões do Oeste, Sul e Vale do São Francisco.