26/03/2019
Dezenas de agricultores familiares e beneficiários do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) participaram da Roda de Conversa de Avaliação do programa, promovido pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS) do Governo do Estado. O secretário Carlos Martins realizou a abertura do evento que aconteceu na tarde desta terça-feira (26) e segue até quarta-feira (27).
O objetivo do encontro é discutir e avaliar as metas alcançadas pelo programa nas modalidades Direta e Leite. A discussão entre os diferentes grupos que participam do PAA auxiliam o Governo do Estado, por meio da Superintendência de Inclusão e Segurança Alimentar da SJDHDS, no aprimoramento do programa, que beneficia milhares de famílias na Bahia.
“Todos nos somos parceiros e precisamos trabalhar, cada vez mais, para sermos mais efetivos e eficazes na utilização dos recursos. Esse é um programa que tem um impacto significativo na vida de milhares de baianos e baianas, por isso requer nosso total compromisso”, afirmou o secretário Carlos Martins, que estava acompanhado do presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, do diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Bruno Alves, e da superintendente de Inclusão e Segurança Alimentar da SJDHDS, Rose Pondé.
O PAA está presente em 21 municípios na modalidade Direta, que realiza a compra de alimentos e doa às famílias em situação de insegurança alimentar. Na modalidade Leite, também com compra e doação, desta vez de leite, 83 municípios estão participando do programa.
Para Hamilton Teles, atual presidente da Associação Feirense de Síndrome de Down, entidade que recebe alimentos e leite para distribuir para 60 famílias, “o PAA é um programa espetacular porque a doação dos alimentos e do leite às famílias é algo essencial. Nós, que atuamos com pessoas em situação de insegurança alimentar, sabemos a importância desses alimentos na mesa deles”.
“O programa funciona muito bem porque nós temos total controle da produção, desde a coleta do leite, passando pela distribuição, e a articulação e diálogo constante com o Governo do Estado. A questão da remuneração dos produtores também é um ponto positivo, uma vez que cada um recebe diretamente em sua conta o que produziu”, pontua José Anselmo, produtor de leite e presidente da Cooperativa dos Produtores de Leite e Cereais de Lagoa Real.
O encontro em Feira de Santana segue até esta quarta-feira (27). Participam do encontro prefeitos, secretários municipais de agricultura, secretários municipais de assistência social, agricultores familiares, cooperativas e beneficiários do programa.
O objetivo do encontro é discutir e avaliar as metas alcançadas pelo programa nas modalidades Direta e Leite. A discussão entre os diferentes grupos que participam do PAA auxiliam o Governo do Estado, por meio da Superintendência de Inclusão e Segurança Alimentar da SJDHDS, no aprimoramento do programa, que beneficia milhares de famílias na Bahia.
“Todos nos somos parceiros e precisamos trabalhar, cada vez mais, para sermos mais efetivos e eficazes na utilização dos recursos. Esse é um programa que tem um impacto significativo na vida de milhares de baianos e baianas, por isso requer nosso total compromisso”, afirmou o secretário Carlos Martins, que estava acompanhado do presidente da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), Wilson Dias, do diretor geral da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia, Bruno Alves, e da superintendente de Inclusão e Segurança Alimentar da SJDHDS, Rose Pondé.
O PAA está presente em 21 municípios na modalidade Direta, que realiza a compra de alimentos e doa às famílias em situação de insegurança alimentar. Na modalidade Leite, também com compra e doação, desta vez de leite, 83 municípios estão participando do programa.
Para Hamilton Teles, atual presidente da Associação Feirense de Síndrome de Down, entidade que recebe alimentos e leite para distribuir para 60 famílias, “o PAA é um programa espetacular porque a doação dos alimentos e do leite às famílias é algo essencial. Nós, que atuamos com pessoas em situação de insegurança alimentar, sabemos a importância desses alimentos na mesa deles”.
“O programa funciona muito bem porque nós temos total controle da produção, desde a coleta do leite, passando pela distribuição, e a articulação e diálogo constante com o Governo do Estado. A questão da remuneração dos produtores também é um ponto positivo, uma vez que cada um recebe diretamente em sua conta o que produziu”, pontua José Anselmo, produtor de leite e presidente da Cooperativa dos Produtores de Leite e Cereais de Lagoa Real.
O encontro em Feira de Santana segue até esta quarta-feira (27). Participam do encontro prefeitos, secretários municipais de agricultura, secretários municipais de assistência social, agricultores familiares, cooperativas e beneficiários do programa.