Secretaria de Justiça promove capacitação para profissionais do SUAS Salvador

27/09/2021
As redes de cuidado e proteção para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social foram discutidas no curso de capacitação, realizado na manhã desta segunda-feira (27), pela Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJDHDS). Com o tema “Acolhimento de Adolescentes que fazem uso de Drogas”, a capacitação ocorreu na plataforma Meet e foi destinada para os profissionais ligados a Assistência Social que atuam no município de  Salvador.

A ação foi uma iniciativa da Superintendência de Políticas Sobre Drogas e Acolhimento a Grupos Vulneráveis (Suprad) e contou com a participação da diretora de Prevenção e Redução de Risco e Danos da Suprad, Emanuelle Silva, aponta que Redução de Danos Sociais seja usada como estratégia de proteção social. 

“Ter momentos de reflexão e aprendizado sobre as práticas de atenção, cuidado e inclusão social de Adolescentes que estão em situação de risco e fazem uso de drogas foi o objetivo da formação da Suprad em parceria com a 
Aliança Redução de Danos e a SEMPRE. Queremos propor não só aos profissionais da Rede SUAS, mas de outras redes de garantia de direitos, outros caminhos de cuidado para adolescentes que tem problemas com o uso de drogas, onde a Redução de Danos Sociais seja usada como estratégia de proteção social desses meninos e meninas”, finalizou.

A palestra foi conduzida pelo enfermeiro e especialista em Saúde Mental, Gustavo Menezes, que falou da importância das ações integradas de diversos setores da sociedade, como saúde, educação, conselho tutelar e assistência social para atender os dependentes químicos, adolescentes que cumprem medidas socioeducativas e que vivem em situação de rua. “Intensificar as articulações, mesmo que trabalhosa, mas que vai apontar para as qualificações de assistência social e ampliar a redes de atendimento”, afirmou. 

Ele ressalta que é necessário ampliar as políticas públicas e pensar no acolhimento como garantia de direitos. “Pensar em acolhimento para adolescente em situação de risco, significa sair da caixa, ampliar acesso e garantir direitos”, destacou.

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