16/06/2023
A Universidade Estadual de Feira de Santana reunião ontem, 15, a comunidade acadêmica e convidadas/os em torno do lançamento do livro "História e Memória das Ações Afirmativas da Uefs". A atividade contou com a participação de professores, estudantes, egressos, representantes do poder público estadual e de movimentos sociais. A publicação, organizada pelas professoras Ana Maria Carvalho dos Santos, Carina Silva de C. Oliveira, Ivanilde Guedes de Mattos, Norma Lúcia F. de Almeida, Otto Vinicius A. Figueiredo, reúne artigos de pesquisadoras/es do tema.
Representando a SJDH no lançamento, a assessora técnica do Gabinete, Urania Santa Barbara, destacou a importância da obra para o registro das lutas raciais e sociais na cidade e região. "É importante também destacar a contribuição do movimento negro feirense para implementação das ações Afirmativas na UEFS. A determinação do movimento foi fundamental para a adoção das cotas, que representam a ampliação e garantia de direitos para segmentos historicamente exclusões, fortalecendo, desta forma, os princípios da justiça e igualdade social", completou.
A ouvidora da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Luciéte Duarte Araújo, é coautora do capítulo "Impactos das Ações afirmativas da UEFS nas comunidades quilombolas de Feira de Santana e Antônio Cardoso", escrito em parceria com a pesquisadora, também ex-cotista da UEFS, Radilma dos Santos Souza. "Muito mais que uma publicação, o livro é um registro de um momento de grande significado para a luta do povo negro do município e região, já que foram as cotas reciais que permitiram a inserção de grupos historicamente excluídos no espaço acadêmico", afirmou a ouvidora. Luciéte, que é quilombola, foi aluna cotista do curso de Direito da UEFS.
A política de ações afirmativas da UEFS foi implementada no processo de seleção de 2007. A universidade foi a segunda na Bahia a adotar as cotas, estabelecendo duas modalidades: a reserva de 50% das vagas em todos os cursos para estudantes oriundos de escolas públicas e, dentre essas, 80% para pessoas negras, 20% para não-negras de escolas públicas, e a reserva de duas vagas extras por curso destinada a indígenas e quilombolas.
Representando a SJDH no lançamento, a assessora técnica do Gabinete, Urania Santa Barbara, destacou a importância da obra para o registro das lutas raciais e sociais na cidade e região. "É importante também destacar a contribuição do movimento negro feirense para implementação das ações Afirmativas na UEFS. A determinação do movimento foi fundamental para a adoção das cotas, que representam a ampliação e garantia de direitos para segmentos historicamente exclusões, fortalecendo, desta forma, os princípios da justiça e igualdade social", completou.
A ouvidora da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, Luciéte Duarte Araújo, é coautora do capítulo "Impactos das Ações afirmativas da UEFS nas comunidades quilombolas de Feira de Santana e Antônio Cardoso", escrito em parceria com a pesquisadora, também ex-cotista da UEFS, Radilma dos Santos Souza. "Muito mais que uma publicação, o livro é um registro de um momento de grande significado para a luta do povo negro do município e região, já que foram as cotas reciais que permitiram a inserção de grupos historicamente excluídos no espaço acadêmico", afirmou a ouvidora. Luciéte, que é quilombola, foi aluna cotista do curso de Direito da UEFS.
A política de ações afirmativas da UEFS foi implementada no processo de seleção de 2007. A universidade foi a segunda na Bahia a adotar as cotas, estabelecendo duas modalidades: a reserva de 50% das vagas em todos os cursos para estudantes oriundos de escolas públicas e, dentre essas, 80% para pessoas negras, 20% para não-negras de escolas públicas, e a reserva de duas vagas extras por curso destinada a indígenas e quilombolas.