29/07/2021
Nesta quinta-feira (29), a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social da Bahia (SJDHDS) realizou a segunda Reunião de Análise Estratégica do ano, com o intuito de avaliar a execução das metas definidas no Planejamento Estratégico do órgão e no Plano Plurianual (PPA) 2020-2023 do Governo da Bahia.
“O encontro serve para comunicar claramente as metas, além de identificar pontos de gargalo e necessidade de melhorias”, explicou o secretário Carlos Martins, titular da pasta, presente na reunião, que contou com a participação de superintendentes e gestores do órgão.
Na oportunidade, Carlos Martins ainda defendeu o seu posicionamento em relação a uma gestão descentralizada. Para ele, “isso significa dar autonomia ao time, confiando nas pessoas”. Segundo o secretário, a RAE também é um momento de “acompanhamento do trabalho executado, para que a gente, como equipe, consiga os nossos objetivos”.
A RAE foi conduzida pela Assessora de Planejamento e Gestão da SJDHDS, Ângela Augusta, que expôs as métricas de execução de cada uma das superintendências que integram a secretaria.
No âmbito da Segurança Alimentar, foram apresentados indicadores referentes à promoção do acesso às políticas públicas que garantam a segurança alimentar da população em vulnerabilidade social, com destaque para iniciativas como o Restaurante Popular, Programa de Aquisição de Alimentos e implantação de tecnologias sociais, a exemplo das cisternas.
Já no âmbito da Assistência Social, foram apresentadas ações de proteção social, vigilância socioassistencial e defesa de direitos para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, com análise de indicadores de serviços de proteção social básica pagos; número de pessoas acompanhadas nos serviços socioassistenciais; número de pessoas acolhidas nos serviços de alta e média complexidade e o impacto das ações de apoio técnico na qualidade da gestão do SUAS.
Em relação às ações de Direitos Humanos, os gestores avaliaram o número de ações ofertadas e de atendimentos prestados, além do índice de resolutividade das demandas; proporção de pessoas com direitos violados atendidas e o número de seminários, eventos e cursos em direitos humanos realizados no Estado da Bahia.
Em continuidade, também tiveram espaço as Superintendências de Políticas Sobre Drogas, e de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com análise de dados referentes à prevenção e ao uso abusivo de drogas; à inclusão social de usuários e suas famílias e à promoção da inclusão social de PCDs por meio da integração e da acessibilidade das políticas públicas.
Ainda de responsabilidade da SJDHDS, estão o Procon-BA e a Fundac, que apresentaram indicadores relacionados à resolutividade, ou seja, a proporção de demandas resolvidas no Procon, bem como o índice de satisfação dos usuários; o número de ações fiscalizatórias preventivas e repressivas e de ações educativas.
Finalizando o encontro, a Fundac analisou dados das ações socioeducativas ofertadas, além do percentual de adolescentes e jovens matriculados na Rede de Ensino e na formação profissional.
Segundo o secretário, os dados apresentados e analisados refletem o compromisso e esforço da SJDHDS para melhor atender e garantir os diretos do cidadão. Ele reforçou ainda que há pontos para serem melhorados e que é “preciso seguir focados e trabalhando para atingir o máximo das nossos metas”, afirmou, reforçando ainda a necessidade, cada vez maior, de buscar a tecnologia para a execução das ações do órgão.
“O encontro serve para comunicar claramente as metas, além de identificar pontos de gargalo e necessidade de melhorias”, explicou o secretário Carlos Martins, titular da pasta, presente na reunião, que contou com a participação de superintendentes e gestores do órgão.
Na oportunidade, Carlos Martins ainda defendeu o seu posicionamento em relação a uma gestão descentralizada. Para ele, “isso significa dar autonomia ao time, confiando nas pessoas”. Segundo o secretário, a RAE também é um momento de “acompanhamento do trabalho executado, para que a gente, como equipe, consiga os nossos objetivos”.
A RAE foi conduzida pela Assessora de Planejamento e Gestão da SJDHDS, Ângela Augusta, que expôs as métricas de execução de cada uma das superintendências que integram a secretaria.
No âmbito da Segurança Alimentar, foram apresentados indicadores referentes à promoção do acesso às políticas públicas que garantam a segurança alimentar da população em vulnerabilidade social, com destaque para iniciativas como o Restaurante Popular, Programa de Aquisição de Alimentos e implantação de tecnologias sociais, a exemplo das cisternas.
Já no âmbito da Assistência Social, foram apresentadas ações de proteção social, vigilância socioassistencial e defesa de direitos para pessoas em situação de vulnerabilidade e risco social, com análise de indicadores de serviços de proteção social básica pagos; número de pessoas acompanhadas nos serviços socioassistenciais; número de pessoas acolhidas nos serviços de alta e média complexidade e o impacto das ações de apoio técnico na qualidade da gestão do SUAS.
Em relação às ações de Direitos Humanos, os gestores avaliaram o número de ações ofertadas e de atendimentos prestados, além do índice de resolutividade das demandas; proporção de pessoas com direitos violados atendidas e o número de seminários, eventos e cursos em direitos humanos realizados no Estado da Bahia.
Em continuidade, também tiveram espaço as Superintendências de Políticas Sobre Drogas, e de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, com análise de dados referentes à prevenção e ao uso abusivo de drogas; à inclusão social de usuários e suas famílias e à promoção da inclusão social de PCDs por meio da integração e da acessibilidade das políticas públicas.
Ainda de responsabilidade da SJDHDS, estão o Procon-BA e a Fundac, que apresentaram indicadores relacionados à resolutividade, ou seja, a proporção de demandas resolvidas no Procon, bem como o índice de satisfação dos usuários; o número de ações fiscalizatórias preventivas e repressivas e de ações educativas.
Finalizando o encontro, a Fundac analisou dados das ações socioeducativas ofertadas, além do percentual de adolescentes e jovens matriculados na Rede de Ensino e na formação profissional.
Segundo o secretário, os dados apresentados e analisados refletem o compromisso e esforço da SJDHDS para melhor atender e garantir os diretos do cidadão. Ele reforçou ainda que há pontos para serem melhorados e que é “preciso seguir focados e trabalhando para atingir o máximo das nossos metas”, afirmou, reforçando ainda a necessidade, cada vez maior, de buscar a tecnologia para a execução das ações do órgão.