21/08/2023
Quatro Territórios de Identidade realizam, nesta semana, as plenárias territoriais da 11ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente. O município de Piatã, na Chapada Diamantina, recebe nesta terça-feira (22) o encontro que acontece no Centro Paroquial, a partir das 8h.
Na quinta-feira (24) e sexta-feira (25), os debates acontecem em Luís Eduardo Magalhães, no Centro de Tradições Gaúchas (território Bacia do Rio Grande); no município de Xique-Xique, no Parque Aquático Ponta das Pedras (Território de Irece); e São Domingos, no Espaço CEEP (território Sisal). As plenárias serão realizadas a partir das 8h.
As ações reúnem profissionais do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, a exemplo de conselheiros e conselheiras, crianças, adolescentes, gestores, promotores, advogados, psicólogos, membros da sociedade civil e a população em geral, para deliberar propostas que serão apresentadas na etapa estadual, prevista para acontecer em outubro.
Promovida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Ceca), com o apoio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), a 11ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente tem o objetivo de discutir, colaborar e propor as políticas públicas para este segmento da população.
Eixos temáticos
O tema "A situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempos de pandemia de Covid-19: violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral, com respeito à diversidade" norteia as discussões da 11ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, e que são divididas em cinco eixos temáticos: 1- Promoção e garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no contexto pandêmico e pós-pandemia, 2- Enfrentamento das violações e vulnerabilidades resultantes da pandemia de Covid-19, 3- Ampliação e consolidação da participação de crianças e adolescentes nos espaços de discussão e deliberação de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos seus direitos, durante e após a pandemia, 4- Participação da sociedade na deliberação, execução, gestão e controle social de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes considerando o cenário pandêmico e 5- Garantia de recursos para as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes durante e após a pandemia de Covid-19.
Na quinta-feira (24) e sexta-feira (25), os debates acontecem em Luís Eduardo Magalhães, no Centro de Tradições Gaúchas (território Bacia do Rio Grande); no município de Xique-Xique, no Parque Aquático Ponta das Pedras (Território de Irece); e São Domingos, no Espaço CEEP (território Sisal). As plenárias serão realizadas a partir das 8h.
As ações reúnem profissionais do sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente, a exemplo de conselheiros e conselheiras, crianças, adolescentes, gestores, promotores, advogados, psicólogos, membros da sociedade civil e a população em geral, para deliberar propostas que serão apresentadas na etapa estadual, prevista para acontecer em outubro.
Promovida pelo Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente (Ceca), com o apoio da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), a 11ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente tem o objetivo de discutir, colaborar e propor as políticas públicas para este segmento da população.
Eixos temáticos
O tema "A situação dos direitos humanos de crianças e adolescentes em tempos de pandemia de Covid-19: violações e vulnerabilidades, ações necessárias para reparação e garantia de políticas de proteção integral, com respeito à diversidade" norteia as discussões da 11ª Conferência Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente, e que são divididas em cinco eixos temáticos: 1- Promoção e garantia dos direitos humanos de crianças e adolescentes no contexto pandêmico e pós-pandemia, 2- Enfrentamento das violações e vulnerabilidades resultantes da pandemia de Covid-19, 3- Ampliação e consolidação da participação de crianças e adolescentes nos espaços de discussão e deliberação de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos seus direitos, durante e após a pandemia, 4- Participação da sociedade na deliberação, execução, gestão e controle social de políticas públicas de promoção, proteção e defesa dos direitos de crianças e adolescentes considerando o cenário pandêmico e 5- Garantia de recursos para as políticas públicas voltadas para crianças e adolescentes durante e após a pandemia de Covid-19.