Formação teve participação de profissionais dos municípios do Semiárido Nordeste II
Quase 70 profissionais participaram, nos dias 3 e 4 desse mês, da capacitação presencial sobre o Sistema de Informação para a Infância e Adolescência - SIPIA Conselho Tutelar. A formação aconteceu em Heliópolis, mas teve representantes dos 17 municípios do Território de Identidade do Semiárido Nordeste II. A atividade foi coordenada pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos - SJDH, em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente e a Secretaria de Assistência Social de Heliópolis.
“Na capacitação sobre o Sipia, os profissionais são qualificados para entender o fluxo de atendimento nos casos relacionados à violência sexual contra crianças e adolescentes. O papel do conselheiro tutelar e dos demais profissionais do sistema de garantia de direitos é fundamental no enfrentamento desse problema que persiste na nossa sociedade. Mas esses profissionais são muito importantes também na preservação dos direitos do público infantojuvenil. O Sipia qualifica a atuação deles desde o primeiro contato com a vítima, seja a mãe ou a criança, oferecendo o encaminhamento adequado”, explica Liliane Tavares.
A capacitação em Heliópolis contou com a participação de 67 profissionais entre conselheiros(as) tutelares; conselheiros(as) municipais de direitos; técnicos(as) do CRAS (Centros de Referência da Assistência Social) e CREAS (Centros de Referência Especializado de Assistência Social); psicólogos(as); e demais atores do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente – SGDCA. Na ação, estiveram representados todos os 17 municípios do Território, sendo eles: Adustina, Antas, Banzaê, Cícero Dantas, Cipó, Euclides da Cunha, Fátima, Heliópolis, Jeremoabo, Nova Soure, Novo Triunfo, Paripiranga, Pedro Alexandre, Ribeira do Amparo, Ribeira do Pombal, Santa Brígida, Sítio do Quinto.
Sobre o SIPIA
A plataforma do SIPIA é um ambiente virtual onde são processados os cadastros de denúncias, o monitoramento, o encaminhamento e a verificação dos históricos de crianças e adolescentes acompanhadas pelos Conselhos Tutelares de todo o país. O Sistema Nacional possibilita o acesso a informações que podem auxiliar no fortalecimento e na criação de políticas públicas para a garantia e defesa dos direitos preconizados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) que, neste mês de julho, completa 35 anos de instituído.