06/02/2024
A SJDH promoveu a campanha 'Respeito é Nosso Direito', que chama atenção sobre a importância de denunciar os casos de violência e violação de direitos no Carnaval
As ruas do Centro Histórico de Salvador foram recheadas de alegria, cidadania e respeito, nesta terça-feira (6), com a passagem do ‘Bloco dos Invisíveis’, que desfilou com uma mensagem sobre as violações de direitos no Carnaval de Salvador. A mobilização, que contou com a participação da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (SJDH), promoveu a campanha 'Respeito é Nosso Direito', que chama atenção para a importância de denunciar casos de violência e violação durante a folia. A ação integra o Carnaval Social promovida pela Unidade Força Feminina- Rede Oblata Brasil em Salvador.
No percurso da caminhada, foram distribuídas ventarolas e praguinhas da campanha, com foco no combate ao trabalho infantojuvenil e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Ao som da banda do Projeto Axé, entidade apoiada pela SJDH, o bloco desfilou da Praça Municipal até a Praça Pedro Arcanjo, encerrando a caminhada com os shows dos cantores Rebeca Tárique, Jose Pereira e Bruna Afonso. “É uma ação conjunta de todas as organizações que atuam no Pelourinho para fazer a divulgação da nossa campanha, que promove o respeito a todos, para trazer um Carnaval de paz, solidário e inclusivo”, ressaltou a coordenadora de Proteção à Criança e ao Adolescente da SJDH, Iara Farias.
Com o tema “Legal é ser Livre”, o Carnaval Social reuniu diversas instituições públicas, organizações sociais e não-governamentais, que trouxeram para as ruas temas como a luta contra a violência de gênero, atenção e proteção à população em situação de rua, exploração infantil, preconceitos com usuários de substâncias psicoativas e com usuários de serviço de saúde mental.
O Carnaval Social é promovido há 10 anos, pela Rede Oblata Brasil em Salvador - Unidade Força Feminina, em parceria com 18 instituições que têm o objetivo de dar visibilidade às crianças, adolescentes, jovens e outros usuários/usuárias dos serviços que se encontram em processo de vulnerabilidade social.
“Nosso objetivo foi trazer os movimentos sociais, as instituições governamentais e não-governamentais para as ruas do Pelourinho para falar sobre violações de direitos. O Carnaval Social é o momento que informamos e orientamos para o enfrentamento a violações, trazendo o nosso grito no combate à violência contra a mulher, exploração infantil, contra o preconceito com usuários de substâncias psicoativas e usuários de serviço de saúde mental. Há 10 anos, a gente traz o bloco para a rua, com a alegria de apoiar ações que promovem a justiça social”, ressaltou a coordenadora da Unidade Força Feminina – Rede Oblata Brasil, Alessandra Gomes.
No percurso da caminhada, foram distribuídas ventarolas e praguinhas da campanha, com foco no combate ao trabalho infantojuvenil e à exploração sexual de crianças e adolescentes. Ao som da banda do Projeto Axé, entidade apoiada pela SJDH, o bloco desfilou da Praça Municipal até a Praça Pedro Arcanjo, encerrando a caminhada com os shows dos cantores Rebeca Tárique, Jose Pereira e Bruna Afonso. “É uma ação conjunta de todas as organizações que atuam no Pelourinho para fazer a divulgação da nossa campanha, que promove o respeito a todos, para trazer um Carnaval de paz, solidário e inclusivo”, ressaltou a coordenadora de Proteção à Criança e ao Adolescente da SJDH, Iara Farias.
Com o tema “Legal é ser Livre”, o Carnaval Social reuniu diversas instituições públicas, organizações sociais e não-governamentais, que trouxeram para as ruas temas como a luta contra a violência de gênero, atenção e proteção à população em situação de rua, exploração infantil, preconceitos com usuários de substâncias psicoativas e com usuários de serviço de saúde mental.
O Carnaval Social é promovido há 10 anos, pela Rede Oblata Brasil em Salvador - Unidade Força Feminina, em parceria com 18 instituições que têm o objetivo de dar visibilidade às crianças, adolescentes, jovens e outros usuários/usuárias dos serviços que se encontram em processo de vulnerabilidade social.
“Nosso objetivo foi trazer os movimentos sociais, as instituições governamentais e não-governamentais para as ruas do Pelourinho para falar sobre violações de direitos. O Carnaval Social é o momento que informamos e orientamos para o enfrentamento a violações, trazendo o nosso grito no combate à violência contra a mulher, exploração infantil, contra o preconceito com usuários de substâncias psicoativas e usuários de serviço de saúde mental. Há 10 anos, a gente traz o bloco para a rua, com a alegria de apoiar ações que promovem a justiça social”, ressaltou a coordenadora da Unidade Força Feminina – Rede Oblata Brasil, Alessandra Gomes.